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domingo, 1 de abril de 2012

A Ressurreição de Yeshua — Fraude ou Historia? (PARTE 01)

A Ressurreição de Yeshua — Fraude ou Historia? (PARTE 01)
(texto adaptado do livro Evidências que exigem um veredito - de Josh McDowell)

Depois de mais de 700 horas estudando este assunto e analisando em todos os detalhes o seu fundamento, cheguei à conclusão de que a ressurreição de Yeshua, o Messias, é o fato mais fantástico da história.
Para entendermos Yeshua, precisamos levar em conta suas três credenciais básicas:

(1) o impacto de Sua vida na história;
(2) profecias que se cumpriram na Sua vida; e
(3) Sua ressurreição.

A ressurreição de Yeshua, o Messias e a fé messiânica permanecem em pé ou caem por terra juntos. Um estudante universitário do Uruguai me indagou: "Professor McDowell, por que o senhor não chega à conclusão de que a fé messiânica está errada?" Ao que respondi: "Por uma razão muito simples: não consigo explicar satisfatoriamente um acontecimento da história — a ressurreição de Yeshua, o Messias".

O RELATO DA RESSURREIÇÃO EM MATEUS 28:1-11
(Veja também Marcos 16; Lucas 24; João 20:21)
"1.Ao findar o Shabat e entrar o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver osepulcro. 2.E eis que houve um grande terremoto; porque um anjo do Senhor desceu do céu, chegou-se, removeu a pedra e assentou-se sobre ela. 3.O seu aspecto era como um relâmpago, e a sua veste alva como a neve.  4.E os guardas tremeram espavoridos, e ficaram como se estivessem mortos. 5.Mas o anjo, dirigindo-se às mulheres, disse: Não temais: porque sei que buscais a Yeshua, que foi crucificado. 6.Ele não está aqui: ressuscitou, como havia dito. Vinde ver onde ele jazia. Ide, pois, depressa, e dizei aos seus discípulos que ele ressuscitou dos mortos, e vai adiante de vós para a Galiléia; ali o vereis. É como vos digo! E, retirando-se elas apressadamente do sepulcro, tomadas de medo e grande alegria, correram a anunciá-lo aos discípulos. E eis que Yeshua veio ao encontro delas; e disse: Salve! E elas, aproximando-se, abraçaram-lhe os pés,e o reverenciaram. Então Yeshua lhes disse: Não temais. Ide avisar a meus irmãos que se dirijam à Galiléia, e lá me verão. E, indo elas, eis que alguns da guarda, foram à cidade e contaram aos principais sacerdotes tudo o que sucedera."

A seguir você tem um esboço preparado para ajudá-lo a usar com eficácia este material:

1A. A IMPORTÂNCIA DA RESSURREIÇÃO
2A. AS AFIRMAÇÕES DO MESSIAS DE QUE RESSUSCITARIA DOS MORTOS
1B. A Importância das Afirmações
2B. As Afirmações conforme Feitas por Yeshua
3A. A ANÁLISE HISTÓRICA
1B. Um Acontecimento da Dimensão Tempo-espaço
2B. O Testemunho da História e do Direito 
3B. O Testemunho dos Antigos Pais da Igreja
4A. O CENÁRIO DA RESSURREIÇÃO
1B. Yeshua Estava Morto
2B. O Túmulo
3B. O Sepultamento
4B. A Pedra
5B. O Selo
6B. A Guarda
7B. Os Discípulos
8B. As Aparições após a Ressurreição

1A. A IMPORTÂNCIA DA RESSURREIÇÃO DO MESSIAS
Com exceção de quatro, todas as principais religiões do mundo baseiam-se em meras afirmações filosóficas. Das quatro que se baseiam mais na vida de pessoas do que num sistema filosófico, somente a fé messiânica postula um túmulo vazio para o seu fundador.
Em Therefore Stand (Permanecei, pois, firmes) Wilbur Smith diz: "Os relatos originais sobre Buda jamais lhe atribuíram algo como uma ressurreição; na verdade, o mais antigo relato sobre sua morte, a saber, o Maha-parinibbana Sutta, se refere à morte de Buda como sendo 'aquela morte completa, da qual nada resta'".  O professor Childers diz: 'Nas escrituras e comentários em idioma pali (e até onde eu saiba em qualquer livro em pali), que pertencem às tradições do povo sakya, não há qualquer menção a que Buda tenha vivido depois de sua morte ou que tenha aparecido a seus discípulos'. Maomé morreu em 8 de junho de 632 A.D., aos sessenta e um anos de idade, na cidade de Medina, onde seu túmulo é anualmente visitado por milhares de muçulmanos devotos. Todos os milhões e milhões de budistas e muçulmanos concordam que os fundadores de suas respectivas religiões jamais ressurgiram do pó da terra."

Theodosus Hamack disse: "A posição que você tem diante do fato da ressurreição já não é, a meu modo de ver, algo no campo da Teologia. Para mim a fé messiânica permanece de pé ou cai junto com a ressurreição".

O professor William Milligan afirma: "Ao se falar das provas favoráveis à ressurreição de nosso Senhor, pode-se ir ainda mais longe e insistir que o fato, caso verdadeiro, se harmoniza com todos os demais acontecimentos da Sua vida".

Wilbur Smith conclui: "Se o nosso Senhor disse com grande exatidão e riqueza de detalhes que, depois de subir a Jerusalém, seria morto, mas que ao terceiro dia ressuscitaria, e se essa predição se realizou, então sempre me pareceu que tudo o mais que nosso Senhor tenha dito também deve ser verdade".

W. J. Sparrow-Simpson desenvolve ainda mais o raciocínio: "Se alguém perguntar como a ressurreição do Messias é uma prova de que Ele é o Filho de Deus, a resposta é que da mesma forma como o Messias abertamente declarou que era o Filho de Deus, Sua ressurreição dentre os mortos foi o selo divino quanto à veracidade daquela declaração. Caso o Messias tivesse permanecido sob o poder da morte, Deus teria, com isso, repudiado a afirmação de Yeshua de que era Seu Filho; mas, ao ressuscitá-lO dentre os mortos, Deus publicamente O reconheceu dizendo: 'Tu és Meu Filho, Hoje Eu Te gerei"'. Também o sermão de Pedro no dia de Pentecoste "baseia-se total e completamente na Ressurreição. Não apenas é a Ressurreição o tema principal, como também, caso se eliminasse essa doutrina, já não sobraria  qualquer outra doutrina. Pois é proposto que a Ressurreição:

 (1) apresente uma explicação para a morte de Yeshua;
(2) tenha sido profeticamente prevista como parte da experiência messiânica;
(3) tenha sido testemunhada pelos apóstolos;
(4) seja a causa do derramamento do Espírito, explicando essa forma fenômenos religiosos inexplicáveis de outra maneira e...
(5) confirme a posição de Yeshua de Nazaré como Messias e Rei.

Assim, a estabilidade de toda uma série de argumentos e conclusões depende inteiramente da Ressurreição. Sem a Ressurreição a posição de Yeshua como Messias e Rei não poderia ser confirmada de modo convincente. Sem ela o novo derramamento do Espírito continuaria sendo um mistério inexplicado. Sem ela a essência do testemunho dos apóstolos teria desaparecido. Tudo o que restaria dessa instrução seria a exposição messiânica do Salmo 16, e assim mesmo só como a experiência futura de um Messias que ainda não havia aparecido. O reconhecimento de Yeshua por parte de Deus, conforme atestam as obras daquele, também permaneceria de pé, mas aparentemente só como um reconhecimento de Sua vida, uma vida que terminou como a de qualquer outro profeta a quem a nação recusou continuar tolerando. Por essa razão, a primeira mensagem messiânica baseou-se na posição de Yeshua conforme estabelecida pela Sua Ressurreição".

Até mesmo Adolf Hamack, que rejeita a crença na ressurreição, admite: "A firme confiança dos discípulos em Yeshua tinha suas raízes na crença de que Ele não permanecera morto, mas fora ressuscitado por Deus. Em virtude do que haviam experimentado nEle e certamente só depois de terem-nO visto, é que o fato de que O Messias Yeshua havia ressuscitado era algo tão certo como o fato de Sua morte; sendo que a Sua ressurreição se tornou o principal tema da pregação dos discípulos acerca dEle." (História do Dogma), capítulo 2).

H. P. Liddon diz: "A fé na ressurreição é a principal coluna de sustentação da fé no Messias Yeshua; retirando-se a coluna, tudo inevitavelmente cai por terra". A ressurreição de Yeshua sempre tem sido em todos os aspectos a doutrina central da Congregação. Nas palavras de Wilbur Swith: "Desde o primeiro dia da vida que lhe foi conferida por Deus, a congregação messiânica tem, de uma forma coesa, dado testemunho de sua fé na Ressurreição do Messias.  É aquilo que podemos chamar de uma das grandes doutrinas e convicções fundamentais da congregação, e de tal forma permeia o texto do NovoTestamento que, caso se removessem todas as passagens que contêm referência à Ressurreição, ter-se-ia uma coleção de textos tão mutilados que seria impossível de compreender o que tivesse restado. A ressurreição mexeu intimamente com a vida dos primeiros seguidores do Messias. O fato da Ressurreição é visto nos seus túmulos e nos desenhos que se encontram nos muros das catacumbas; a Ressurreição afetou profundamente a hinologia messiânica; tornou-se um dos assuntos mais vitais dos grandes escritos apologéticos dos primeiros quatro séculos; foi constantemente o tema das pregações tanto no período pré-niceno como pós-niceno. "Todos os dados apresentados pelo Novo Testamento mostram que o tema principal das boas novas, ou evangelho, não era: 'Segue este Mestre e Faze o melhor', mas: 'Yeshua e a Ressurreição'. É impossível excluir isso da fé messiânica sem alterar radicalmente o seu caráter e destruir sua própria identidade."

O professor Milligan diz: "Assim, parece que desde a aurora de sua história, não apenas a congregação messiânica cria na Ressurreição de seu Senhor, como também a sua crença nessa questão estava entrelaçada com toda a sua existência".

W. Robertson Nicoll cita Pressensé: "O túmulo vazio de Yeshua foi o berço da Congregação Messiânica..."

W. J. Sparrow-Simpson racionaliza: "Se a Ressurreição NÃO é um fato histórico, então o poder da morte permanece inalterado como também inalteradas permanecem as conseqüências do pecado, e não se pode ter certeza quanto ao significado da Morte do Messias. Conseqüentemente, os que crêem ainda estão em seus pecados, exatamente onde estavam antes de ouvirem o nome de Yeshua".

 R. M. Cheyne Edgar, em seu livro The Gospel of a Risen Saviour (O Evangelho de um Salvador Ressurreto), afirmou: "Aqui está um Mestre religioso, e Ele com toda tranqüilidade declara que arrisca tudo o que disse em Sua capacidade de, depois de ter sido morto, ressuscitar dos mortos. Sem risco algum, podemos pressupor que nunca houve, nem antes nem depois, uma proposta como essa. Dizer que esse teste extraordinário foi inventado por místicos que estudavam profecias e que foi inserido nas narrativas dos Evangelhos é exigir demais de nossa credulidade. Aquele que está pronto a apostar tudo em Sua capacidade de voltar do túmulo está diante de nós como o mais original de todos os mestres, alguém que brilha em Sua própria vida, a qual se comprova a si mesma! "

"D. F.Strauss, por exemplo, o mais sarcástico e insensível dentre os críticos da congregação do Eterno, ao tratar da Ressurreição, reconhece que ela é o 'teste decisivo não apenas da vida de Yeshua, mas da própria fé messiânica' que 'toca no âmago desta fé', e que é decisiva para toda a idéia de fé messiânica" (Nova Vida de Yeshua), tradução em inglês, 2 vol. Londres: 1865, vol. 1, p. 41, 397). Se isto se for, tudo aquilo que é vital e essencial à fé messiânica também se vai, se ficar, tudo o mais ficará.

E assim, através dos séculos, de Celso em diante, a Ressurreição tem sido o centro tempestuoso que recebe ataques contra a fé no Messias".

No dizer de B. B. Warfield, "o próprio Yeshua, para obter a confiança dos homens, deliberadamente aposta todos os Seus ensinamentos em Sua ressurreição. Quando lhe pediram um sinal Ele apontou para esse sinal como Sua credencial única e suficiente".

Ernest Kevan fala a respeito do famoso teólogo suíço, Frederick Godet: "Ele se refere à importância da ressurreição de Yeshua e assinala que foi a esse milagre, e somente a ele, que Yeshua se referiu como sendo a confirmação de Seus ensinos e de Sua autoridade".

Michael Green aborda bem a questão: "A fé no Messias não sustenta que a ressurreição seja um dentre vários sistemas de crença. Sem a fé na ressurreição não  existiria fé messiânica alguma. A congregação messiânica jamais teria começado a existir; com a execução de Yeshua, o movimento daqueles que O seguiam ter-se-ia extinguido tal como uma fogueira alimentada com lenha molhada. A fé messiânica permanece em pé ou cai juntamente com a verdade da ressurreição. Mostre que a ressurreição não aconteceu e você se verá livre da fé messiânica. A fé messiânica é uma religião histórica. Ele afirma que Deus assumiu o risco de Se envolver na história humana, e os fatos estão aí para que você examine com todo o rigor possível. Esses fatos suportarão qualquer dose de investigação crítica..."

John Locke, o famoso filósofo britânico, disse o seguinte a respeito da ressurreição de Yeshua: "A ressurreição de nosso Salvador... é de fato algo de grande importância para a fé no Messias; e tão importante que Ele ser ou não ser o Messias depende desse acontecimento: de maneira que esses dois importantes aspectos são inseparáveis e, na realidade, constituem uma verdade única. Pois, desde aquela época, crer num desses aspectos implica crer nos dois; e negar um deles implica crer em nenhum".

Nas palavras de conclusão ditas por Philip Schaff, o historiador: "A ressurreição de Yeshua é, portanto, decisivamente o teste que determina a veracidade ou a falsidade da religião messiânica. Ou é o maior milagre ou é o maior engano registrado pela história".

Wilbur Smith, erudito e professor de renome, afirma: "Jamais se forjou, nem jamais se forjará, uma arma que destrua a confiança racional nos registros históricos deste acontecimento memorável e predito. A ressurreição de Yeshua é a própria fortaleza da fé no Messias. É a doutrina que, no primeiro século, virou o mundo de cabeça para baixo; que, de um modo preeminente, elevou a fé no Messias acima do judaísmo tradicional e das religiões pagãs do mundo mediterrâneo. Se a ressurreição não subsistir, de igual forma quase tudo o mais que é vital e singular ao Evangelho do Senhor Yeshua, o Messias, não subsistirá: 'Se o Messias  não ressuscitou, é vã a vossa fé'" (1 Coríntios 15:17).


2A. AS AFIRMAÇÕES DE YESHUA DE QUE RESSUSCITARIA DOS MORTOS
1B. A Importância das Afirmações


Wilbur M. Smith assevera: "Foi este mesmo Yeshua, o Messias, que, dentre muitas outras coisas notáveis, disse e repetiu algo que, vindo de qualquer outra pessoa, imediatamente tê-la-ia condenado como alguém dominado pelo egoísmo ou como uma pessoa perigosamente desequilibrada. Que Yeshua tenha dito que estava indo a Jerusalém para morrer não é algo tão notável, embora todos os detalhes que, nas semanas e meses antecedentes, forneceu sobre a Sua morte constituam um fenômeno profético. Mas quando afirmou que, três dias depois de ser crucificado, Ele ressuscitaria dos mortos, disse algo que só um tolo ousaria dizer, caso esperasse que a devoção de alguns discípulos perdurasse por mais tempo, a menos que tivesse
certeza de que iria ressuscitar. Não se tem notícia de que algum fundador de uma religião mundial tenha ousado afirmar uma coisa dessas!"

Yeshua predisse Sua ressurreição de um modo inconfundível e direto. Enquanto Seus discípulos eram simplesmente incapazes de compreender o que dizia, os fariseus levaram suas afirmações bem a sério. Sobre isso, Anderson faz o seguinte comentário: "Algum tempo atrás viveu na Inglaterra um jovem advogado que atuava em tribunais chamado Frank Morison. Era um incrédulo. Por anos prometeu a si mesmo que um dia escreveria um livro para provar de uma vez por todas que a ressurreição não aconteceu. Finalmente conseguiu ter um tempo livre. Era uma pessoa honesta e realizou os estudos necessários. Por fim (depois de aceitar ao Messias) escreveu um livro que se pode adquirir em formato brochura, Who Moved the Stone? (Quem Moveu a Pedra?). Principiando pela abordagem mais crítica possível dos documentos do Novo Testamento, ele conclui, entre outras coisas, que só se pode explicar o julgamento e a condenação de Yeshua com base em que Ele mesmo predissera Sua morte e ressurreição."

Smith diz ainda mais: "Se você ou eu disséssemos a um grupo de amigos que esperávamos morrer, quer de morte violenta ou natural, numa determinada data, e que, três dias depois de morrer, ressuscitaríamos, seríamos discretamente internados pelos amigos num hospital, até que voltássemos plenamente lúcidos. E essa atitude dos amigos estaria correta, pois só um louco ficaria andando por aí falando em ressuscitar ao terceiro dia, a menos que soubesse que isso iria acontecer, e ninguém no mundo jamais teve esse conhecimento sobre si mesmo com exceção de Yeshua, o Filho de Deus".

Bemard Ramm comenta: "Aceitando o registro dos Evangelhos como história fidedigna, não pode haver dúvidas de que o próprio Yeshua previu Sua morte e ressurreição e que abertamente o declarou aos discípulos... Os escritores dos Evangelhos são bastante honestos a ponto de admitir que tais predições não alcançaram suas mentes até a ressurreição se tornar um fato (João 20:9). Mas a prova está ali, vinda dos lábios de nosso Senhor, de que Ele voltaria dos mortos depois de três dias. Ele lhes disse que seria morto violentamente por causa do ódio e que ressuscitaria no terceiro dia. Tudo isso aconteceu".

John R. W. Stott escreve: "O próprio Yeshua jamais predisse Sua morte sem acrescentar que ressuscitaria, e descreveu a ressurreição que iria acontecer como um 'sinal'. Paulo, no início da carta aos Romanos, escreveu que Yeshua 'foi designado Filho de Deus com poder... pela ressurreição dos mortos'. E os primeiros sermões dos apóstolos, registrados no livro de Atos, repetidamente asseveram que, através da ressurreição, Deus mudou o destino do homem e confirmou o Seu Filho".

2B. As Afirmações Feitas por Yeshua


Yeshua não apenas predisse Sua ressurreição como também enfatizou que esse acontecimento seria o "sinal" que confirmaria suas afirmações de que era o Messias:

Mateus 12:38-40; 16:21; 17:9, 22, 23; 20:18,19; 26:32; 27:63.
Marcos 8:31-9:1; 9:10, 31; 10:32-34; 14:28, 58.
Lucas 9:22-27.
João 2:18-22; 12:34; 14:1-16:33.

Mateus 16:21 — "Desde esse tempo, começou Yeshua, o Messias a mostrar a seus discípulos que lhe era necessário seguir para Jerusalém e sofrer muitas cousas dos anciãos, dos principais sacerdotes e dos escribas, ser morto, e ressuscitado no terceiro dia".

Mateus 17:9 — "E, descendo eles do monte, ordenou-lhes Yeshua: A ninguém conteis a visão, até que o Filho do homem ressuscite dentre os mortos".

Mateus 17:22, 23 — "Reunidos eles na Galiléia, disse-lhes Yeshua: O Filho do homem está para ser entregue nas mãos dos homens; e estes o matarão; mas ao terceiro dia ressuscitará. Então os discípulos se entristeceram grandemente".

Mateus 20:18,19 — "Eis que subimos para Jerusalém, e o Filho do homem será entregue aos principais sacerdotes e aos escribas. Eles o condenarão à morte. E o entregarão aos gentios para ser escarnecido, açoitado e crucificado: mas ao terceiro dia ressurgirá".

Mateus 26:32 — "Mas depois da minha ressurreição, irei adiante de vós para a Galiléia".

Mateus 9:10 — "Eles guardaram a recomendação, perguntando uns aos outros o que seria o
ressuscitar dentre os mortos".

Lucas 9:22-27 — "É necessário que o Filho do homem sofra muitas cousas, seja rejeitado pelos
anciãos, pelos principais sacerdotes e pelos escribas; seja morto e no terceiro dia ressuscite. Dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; quem perder a vida por minha causa, esse a salvará. Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se vier a perder-se, ou a causar dano a si mesmo? Porque qualquer que de mim e das minhas palavras se envergonhar, dele se envergonhará o Filho do homem, quando vier na sua glória e na do Pai e dos santos anjos. Verdadeiramente vos digo: Alguns há dos que aqui se encontram que de maneira
nenhuma passarão pela morte até que vejam o reino de Deus".

João 2:18-22 — "Perguntaram-lhe, pois, os judeus: Que sinal nos mostras, para fazeres estas cousas? Jesus lhes respondeu: Destruí este santuário, e em três dias o reconstruirei. Replicaram os judeus: Em quarenta e seis anos foi edificado este santuário, e tu, em três dias, o levantarás? Ele, porém, se referia ao santuário do seu corpo. Quando, pois, Yeshua ressuscitou dentre os mortos, lembraram-se os seus discípulos de que ele dissera isto; e creram na Escritura e na palavra de Yeshua".


3A. A ANÁLISE HISTÓRICA

1B. A Ressurreição de Yeshua como um Acontecimento Histórico da Dimensão Tempo-Espaço


A ressurreição de Yeshua é um evento ocorrido na história, onde Deus agiu numa dimensão tempo-espaço específica. Sobre isso Wilbur Smith diz: "O significado da ressurreição é uma questão teológica, mas o fato da ressurreição é uma questão histórica; é possível que a natureza do corpo ressurreto de Yeshua seja um mistério, mas o fato de que o corpo desapareceu do túmulo é uma questão a se decidir com base em provas históricas".

"Pode-se localizar geograficamente com precisão onde o evento se deu; o homem que possuía o túmulo era uma pessoa que vivia na primeira metade do primeiro século; aquele túmulo foi escavado na rocha, na encosta de uma colina próxima de Jerusalém, e não foi um túmulo imaginário, mas foi algo com um significado geográfico. Os guardas colocados junto àquele túmulo não foram seres etéreos vindos do monte Olimpo; o Sinédrio era um grupo de homens que se reunia com freqüência em Jerusalém. Conforme podemos ler numa grande quantidade de textos disponíveis, essa pessoa, Yeshua, foi um ser vivo, um homem entre outros homens, não importa o que mais Ele tenha sido, e os discípulos que saíram para pregar o Senhor ressurreto eram homens entre outros homens, homens que comiam, bebiam, dormiam,
sofriam, trabalhavam, morriam. O que há de 'doutrinário' nisso? Essa é uma questão histórica".

Afirma-se que Inacio (ca. 50-115 A.D.), nascido na Síria e discípulo do apóstolo João e do bispo de Antioquia, "foi atirado às feras do Coliseu, em Roma. Escreveu suas Epistolas durante a viagem de Antioquia até o local de seu martírio". Num momento indubitável de lucidez, diz o seguinte sobre Yeshua: "Ele foi crucificado e morreu sob Pôncio Pilatos. De fato, e não simplesmente na aparência, Ele foi crucificado e morreu, o que foi visto pelos seres nos céus, em cima e debaixo da terra". "Em três dias Ele ressurgiu... No dia da preparação, então, à hora terceira, foi sentenciado por Pilatos, tendo o Pai permitido que aquilo acontecesse; à hora sexta, foi crucificado; à hora nona, entregou o espírito; e antes do pôr-do-sol foi sepultado. Durante o sábado Ele permaneceu sob a terra no túmulo em que José de Arimatéia o sepultara."
"Da mesma forma como nós, Ele foi gerado no ventre pelo período comum; e nasceu da mesma maneira como nós; e foi de fato alimentado com leite, e, tal como nós, ingeriu comida e bebida. E, depois de ter vivido durante trinta anos entre os homens, foi imergido realmente por João, não apenas na aparência.
Depois de ter pregado o evangelho e ter feito sinais e maravilhas durante três anos, Aquele que era o próprio Juiz foi julgado por aqueles que falsamente são chamados de judeus e pelo governador Pôncio Pilatos; foi espancado, esbofeteado e recebeu cuspidas; usou uma coroa de espinhos e uma capa púrpura; foi condenado: Ele realmente foi crucificado; não foi uma impressão da mente, nem um caso de imaginação ou de engano. Ele realmente morreu, foi sepultado e ressuscitou dos mortos..."

O brilhante historiador Alfred Edersheim fala da data específica da morte e ressurreição de Yeshua: "O dia curto da primavera estava se aproximando da 'noite do sábado'. Em geral, a lei determinava que não se devia deixar que o corpo de um criminoso passasse a noite pendurado e insepultado. Talvez em circunstâncias ordinárias os judeus não tivessem tido tanta convicção ao solicitar a Pilatos que abreviasse o sofrimento daqueles que estavam crucificados, visto que o castigo da crucificação freqüentemente não durava apenas horas, mas dias, até que sobreviesse a morte. Mas esta era uma ocasião especial. O Shabat que estava por iniciar era um dia santificado — era tanto um sábado quanto o segundo dia dade Pessach, o qual
era considerado sob todos os aspectos tão sagrado como o primeiro dia — ou até mais, pois era o dia em que se apresentava ao Senhor a oferta de molhos movidos".

No dizer de Wilbur Smith, "apenas diga-se que temos mais detalhes sobre as horas que antecederam a morte de Yeshua e sobre a própria morte, acontecimentos ocorridos em Jerusalém e proximidades, do que os detalhes que temos sobre a morte de qualquer outra pessoa do mundo antigo".

"Justino Martir (ca. 100-165), filósofo, mártir, apologeta... Sendo um ávido investigador da verdade, bateu sucessivamente às portas do estoicismo, aristotelismo, pitagorismo e platonismo, mas detestou o epicurismo... Ele disse: 'Descobri que só esta filosofia é segura e benéfica'."

De fato, Justino Mártir veio a perceber que, enquanto os sitemas filosóficos do mundo ofereciam sugestões intelectuais, só a fé no Messias ofereceu o próprio Deus intervindo no tempo e espaço através de Yeshua, o Messias. De um modo bem direto ele afirma: '... o Messias  nasceu cento e cinqüenta anos atrás, à época de Quirino, e mais tarde, à época de Pôncio Pilatos..."

Tertuliano (ca. 160-220), de Cartago, no norte da África, diz: "Mas os judeus ficaram tão exasperados com os ensinos de Yeshua, mediante os quais os líderes e dirigentes judeus foram convencidos da verdade, principalmente porque muitos passaram a segui-lO, que finalmente levaram-nO a Pôncio Pilatos, à época governador romano da Síria, e, pelos violentos clamores contra Ele, arrancaram de Pilatos uma sentença que o condenava à crucificação".

Acerca da ascensão de Yeshua Tertuliano assevera: É "um fato muito mais seguro do que as
afirmações do vosso senador Prôculo acerca de Rômulo" (Prôculo foi um senador romano que afirmou que Rômulo lhe havia aparecido depois de morto). Todas estas coisas Pilatos fez a Yeshua: e sendo "de fato um seguidor do Messias por convicção própria, ele informou
sobre o Messias ao César que estava no poder, que era Tibério. Sim, e os Césares também teriam crido no Messias caso não fossem necessários ao mundo ou caso os seguidores do Messias pudessem ter sido Césares. Seus discípulos, também se espalhando pelo mundo, fizeram tal como seu Mestre Divino lhes ordenara; e depois de terem sofrido muitíssimo devido às perseguições dos judeus, e, com o coração disposto de quem confia firmemente na verdade, por meio da cruel espada de Nero lançaram em Roma semente do sangue dos seguidores do Messias".

Josefo, um historiador judeu que escreveu no final do primeiro século A.D., tem este fascinante trecho no livro Antiguidades (18.3.3): "Por essa época surgiu Yeshua, um homem sábio, se é que é correto chamá-lo de homem, pois operava obras maravilhosas, e era um mestre que faz as pessoas receberem a verdade com prazer. Ele congregou junto a si muitos judeus e muitos gentios. Ele era o Messias, e Pilatos, por sugestão dos principais líderes dentre nós, condenou-o à cruz, aqueles que desde o início o amavam não o largaram; pois ele tornou a aparecer-lhes vivo ao terceiro dia, tal como os profetas de Deus haviam predito essas e mais de dez mil outras coisas a seu respeito. E a tribo dos messiânicos, que tem esse nome devido a ele, até hoje existe".

Já se tentou demonstrar que Josefo não poderia ter escrito esse texto (veja página 104). No entanto, em Man Alive (O Homem Vivente) Michael Green escreve que "essa passagem fazia parte do texto de Josefo que Eusébio utilizou no século quarto". E também afirma que essa passagem "aparece na mais recente edição das obras de Josefo, preparada por Loeb. E é ainda mais notável quando lembramos que, longe de ser simpático aos messiânicos, Josefo era um judeu que escrevia para agradar aos romanos. Essa história não os teria agradado nem um pouco. Dificilmente tê-la-ia incluído se não fosse verdadeira".

Acerca da natureza histórica da fé da congregação primitiva, diz o professor Leaney: "O próprio Novo Testamento não dá de modo algum margem a qualquer outro enfoque senão este: Yeshua foi crucificado e sepultado. Seus discípulos ficaram extremamente abatidos. Bem pouco tempo depois eles estavam jubilantes e demonstraram uma tal confiança que os impelia até mesmo ao martírio através de uma vida constante de devoção. Se procurarmos saber mediante os escritos que refletem os seus pensamentos o que provocou essa mudança, a resposta não será 'a mudança gradual em nossa convicção de que não estávamos marcados pela morte, mas que aquele que fora crucificado e sepultado estava vivo'. Na verdade, a resposta será: 'Yeshua, que havia morrido, depois de sua morte apareceu vivo a alguns de nós, e todos temos crido no
testemunho deles'. Talvez valha a pena assinalar que essa maneira de colocar a questão constitui uma afirmação histórica, da mesma forma como a afirmação histórica 'o Senhor ressuscitou', que tem influenciado homens e mulheres a crerem".

Falando sobre a natureza forense das narrativas do Novo Testamento, Bernard Ramm diz: "Em Atos 1, Lucas nos informa que Yeshua se apresentou vivo, com muitas provas incontestáveis (en pollois tekmeriois), uma expressão que indica o tipo mais forte de prova legal".

Clark Pinnock também se manifesta: "A certeza dos apóstolos baseava-se nas experiências que tiveram de fatos reais. Yeshua se apresentou a eles 'com muitas provas incontestáveis' (Atos 1:3). O termo que Lucas emprega é tekmerion, que indica uma prova demonstrável. Os discípulos chegaram à fé na ressurreição através de provas empíricas indiscutíveis, que estavam ao seu alcance e que estão ao nosso alcance, através do testemunho escrito que nos deixaram.

Para nós que vivemos numa era que exige provas que sustentem a posição messiânica, é importante respondermos a essa exigência com considerações históricas adequadas, pois a ressurreição encontra-se no âmbito dos fatos históricos e constitui uma excelente motivação para se confiar em Yeshua como Salvador".

O professor Ernest Kevan estabelece ainda mais o valor das provas dessas testemunhas: "O livro de Atos dos Apostolos foi escrito por Lucas em alguma época entre 63 A.D. e a queda de Jerusalém em 70A.D. Ele explica no prefácio de seu Evangelho que coletou informações junto a testemunhas oculares, e pode-se concluir que essa foi também a maneira como preparou o livro de Atos. Além do mais, como o próprio emprego do pronome 'nós' em certas passagens o revela, Lucas participou pessoalmente de alguns acontecimentos que narra. Esteve envolvido na pregação dos primeiros dias e teve participação nos grandes acontecimentos do princípio da congregação dos seguidores do Messias. De modo que Lucas foi alguém que viveu naquela época, sendo uma testemunha de primeira mão... É inimaginável que a congregação primitiva não conhecesse sua própria história; e o próprio fato da aceitação desse livro pela congregação atual é uma prova de sua exatidão".

Citando um renomado erudito, Kevan destaca: "Assim como a Congregação é santa demais para estar alicerçada sobre a corrupção, da mesma forma ela é real demais para estar alicerçada sobre um mito".

"Para a confirmação de um suposto fato histórico, nenhum documento é considerado mais valioso do que a correspondência da época".

O professor Kevan diz o seguinte sobre as epístolas do Novo Testamento: "... As cartas escritas àquela época pelo apóstolo Paulo constituem provas irrefutáveis. Essas epístolas são prova histórica da melhor qualidade. As cartas endereçadas aos Galatas, aos Corintios e aos Romanos, de cuja autenticidade e data de composição existe pouquíssima contestação, pertencem à época das viagens missionárias de Paulo, e pode-se datá-las do período de 55 a 58 A.D. Isso aproxima as provas da ressurreição de Yeshua ainda mais perto do próprio acontecimento: o intervalo representa o pequeno hiato de vinte e cinco anos. E visto que o próprio Paulo deixa claro que o assunto de sua carta era o mesmo de que havia tratado quando esteve com
eles, isso na verdade coloca as provas num período ainda mais remoto".

Bernard Ramm afirma que mesmo "a leitura mais superficial dos Evangelhos revela o fato de que eles tratam da morte e ressurreição de Yeshua com muito mais detalhes do que qualquer outra parte do seu ministério. Os detalhes da ressurreição não devem ser artificialmente separados do relato da paixão".

Yeshua apareceu muitas vezes depois da ressurreição. Essas aparições ocorreram em momentos específicos nas vidas de indivíduos específicos, e, além do mais, estiveram restringidas a lugares específicos.

Wolfhart Pannenberg, "professor de Teologia Sistemática na Universidade de Munique, na Alemanha, foi aluno de Barth e de Jaspers, e tem se preocupado principalmente com as questões da relação entre fé e história. Junto a um pequeno e ativo grupo de teólogos em Heidelberg, ele vem elaborando uma teologia que considera como tarefa primordial o exame dos dados históricos das origens da fé no Messias".

Esse brilhante erudito afirma: "Se a ressurreição de Yeshua aconteceu ou não é uma questão da história, e a essa altura é impossível fugir a essa questão. De modo que se deve discutir e decidir sobre o assunto em nível histórico".

O estudioso do Novo Testamento C. H. Dodd escreveu que "a ressurreição permanece sendo um acontecimento dentro da história..."

Citando C. F. D. Moule, que foi professor em Cambridge, /. N. D. Anderson assevera que "desde o início, a convicção de que Yeshua fora ressuscitado dentre os mortos tem sido tal que dela depende a própria existência dos seus seguidores. Não havia qualquer outra razão que explicasse a vida dos seguidores do Messias, que explicasse a sua existência... Em lugar algum do Novo Testamento existe qualquer prova de que os seguidores do Messias tenham   originalmente defendido uma filosofia de vida ou um sistema ético. Seu único dever era dar testemunho daquilo que afirmavam que aconteceu — a ressurreição de Yeshua dentre os mortos... O único aspecto realmente diferente que os seguidores do Messias defendiam era a afirmação de que Yeshua fora ressuscitado dentre os mortos de acordo com o desígnio de Deus, a conseqüente conclusão de que Ele era, num sentido único, Filho de Deus e o homem que representava os demais, o conceito resultante do caminho da reconciliação".

W J. Sparrow-Simpson afirma: "A Ressurreição do Messias Yeshua é a base da Fé dos Apóstolos, e isso é assim tanto por razões dogmáticas como por causa das provas... A consciência que se tem do caráter basilar da ressurreição revela-se na posição que ela ocupa no testemunho da congregação. Um apóstolo recebe a ordenação para ser testemunha da ressurreição (Atos 1:22). As pessoas se referiram ao conteúdo da mensagem da Fé dos seguidores do Messias pregada por Paulo em Atenas como 'Yeshua e a ressurreição' (17:18). As passagens iniciais de Atos reafirmam a declaração: 'A este Yeshua, Deus ressuscitou, do que todos nós somos
testemunhas' (2:32)".

"Na verdade, é a Ressurreição do Messias Yeshua que tem capacitado as pessoas a crerem na exaltação oficial de Yeshua sobre a humanidade. Não é uma simples questão acerca da influência de Seu caráter, exemplo e ensino. É que essa entrega pessoal a Ele como o Redentor tem sido estimulada por essa crença, e não pode ser explicada sem ela. Na verdade, aqueles que negam consistentemente Sua Ressurreição geralmente negam Sua origem divina e Sua obra redentora em todos os sentidos que Paulo as entendia".

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

OS EFEITOS DA HELENIZAÇÃO NA FÉ BÍBLICA (LEIAM ATÉ O FIM!!)

A HELENIZAÇÃO DA CULTURA BÍBLICA

Nos dias de hoje temos visto uma crescente valorização da cultura grega, o amor à lógica, ao raciocínio, à sistematização, ao belo, à mitologia grega e etc..essa influência é exercida em todos os segmentos da sociedade, nas artes, nas literaturas, na ciência no modo de vida das pessoas, na religião, enfim, em TUDO, e de uma forma tão sutil e arraigada, que mesmo as muitas pessoas que professam uma fé cristã, não percebem o quanto já foram infectadas por este virus mortal. Muitos não se dão conta de quão perniciosa foi a helenização (introdução da cultura grega) na cultura Bíblica judaica original. A essência da helenização é a mistura, o sincretismo religioso, a sutil inserção de valores e divindades do panteão grego na cultura bíblica originalmente judaica. A helenização traz ainda a substituição dos valores, mandamentos e datas que o próprio D'us vivo instituiu em Sua Palavra, por outros valores, mandamentos e datas próprios. Este atual sistema de coisas do mundo (com sua herança helênica) visa mascarar, esconder, e eliminar todo traço da influência judaica Bíblica instituídas pelo próprio D'us vivo.

Neste início de dezembro a comunidade judaica celebra a Hanukkah, a mesma Festa da Dedicação que Yeshua celebrou (João 10:22-23), mas muitos cristãos professos de hoje nem ao menos sabem de que se trata esta festa a qual seu próprio Senhor celebrava.  Muitos crêem que nos tempos de Yeshua, havia uma nação de Israel completamente judaica, livre de toda a influência externa... mas na verdade, o pano de fundo era outro. No tempo de Yeshua, a nação de Israel havia se libertado há pouquíssimo tempo (em 180 a.C) de uma devastadora invasão grega, através da resistência de um último remanescente de judeus fiéis à Palavra de D'us, chamados Macabeus. Estes lutaram bravamente para impedir que toda a obra que D'us havia feito nos últimos 3.000 anos fosse extinta pela mão dos gregos .Mas mesmo assim, os helenistas permaneciam em seu meio no tempo dos apóstolos e sua influência invade fortemente mesmo a Igreja de hoje através da Teologia Sistemática e suas doutrinas.

Para termos uma noção mais exata do que foi a tentativa de helenização (e do que é a sua essência) de Israel no tempo dos Macabeus, passo a transcrever abaixo um trecho do relato histórico desta invasão, presente no livro histórico e deuterocanônico de 1 Macabeus. Leiam e pasmem!!!


Antíoco Epífanes e a penetração do helenismo em Israel

"Deles saiu aquele rebento ímpio, Antíoco Epifanes, filho do rei Antíoco. Ele tinha estado em Roma como refém e se tornara rei no ano cento e trinta e sete da dominação dos gregos. Por esses dias apareceu em Israel uma geração de perversos, que seduziram a muitos com estas palavras: "Vamos, façamos aliança com as nações circunvizinhas, pois muitos males caíram sobre nós desde que delas nos separamos." Agradou-lhes tal modo de falar. E alguns dentre o povo apressaram-se em ir ter com o rei, o qual lhes deu autorização para observarem os preceitos dos gentios. Construíram, então, em Jerusalém, uma praça de esportes, segundo os costumes das nações, restabeleceram seus prepúcios e renegaram a aliança sagrada. Assim associaram-se aos gentios e se venderam para fazer o mal.

Intervenção do Misarca e construção da Cidadela

Dois anos depois, o rei enviou para as cidades de Judá o Misarca, que veio a Jerusalém com um grande exército. Dirigindo-se aos habitantes com palavras enganosas de paz, ganhou-lhes a confiança e, de repente, caiu sobre a cidade, golpeou-a duramente e chacinou a muitos de Israel. Saqueada a cidade, entregou-a às chamas e destruiu-lhe as casas e as muralhas. Levaram prisioneiras as mulheres e as crianças e apoderaram-se do gado. Então reconstruíram a Cidade de Davi, dotando-a de grande e sólida muralha e de torres fortificadas, e dela fizeram a sua Cidadela. Povoaram-na de gente ímpia, homens perversos, e nela se fortificaram. Abasteceram-na de armas e víveres e nela depositaram os despojos tomados em Jerusalém, tornando-se assim uma armadilha enorme para nós. Aquilo era uma emboscada para o lugar santo, um adversário maléfico para Israel constantemente. Derramaram sangue inocente em redor do Santuário, e ao Santuário profanaram. Por sua causa fugiram os habitantes de Jerusalém e ela transformou-se em habitação de estrangeiros. Jerusalém tornou-se estranha à sua progênie e seus próprios filhos a abandonaram. Seu Santuário ficou desolado como um deserto, suas festas converteram-se em luto, seus sábados em injúria, sua honra em vilipêndio. À sua glória igualou-se a ignomínia e sua exaltação mudou-se em pranto.

Instalação dos cultos pagãos

O rei prescreveu, em seguida, a todo o seu reino, que todos formassem um só povo, renunciando cada qual a seus costumes particulares. E todos os gentios conformaram-se ao decreto do rei. Também muitos de Israel comprazeram-se no culto dele, sacrificando aos ídolos e profanando o sábado. Além disso, o rei enviou, por emissários, a Jerusalém e às cidades de Judá, ordens escritas para que todos adotassem os costumes estranhos a seu país e impedissem os holocaustos, o sacrifício e as libações no Santuário, profanassem sábados e festas, contaminassem o Santuário e tudo o que é santo, construíssem altares, recintos e oratórios para os ídolos e imolassem porcos e animais impuros. Que deixassem, também, incircuncisos seus filhos e se tornassem abomináveis por toda sorte de impurezas e profanações, de tal modo que se esquecessem assim da Lei e subvertessem todas as observâncias. Quanto a quem não agisse conforme a ordem do rei, esse incorreria em pena de morte. Nesses termos ele escreveu a todo o seu reino, nomeou inspetores para todo o povo e ordenou às cidades de Judá que oferecessem sacrifícios cada uma por sua vez. Muitos dentre o povo aderiram a eles, todos os que eram desertores da Lei. E praticaram o mal no pais, reduzindo Israel a ter de se ocultar onde quer que encontrasse refúgio. No décimo quinto dia do mês de Casleu do ano cento e quarenta e cinco, o rei fez construir, sobre o altar dos holocaustos, a Abominação da desolação. Também nas outras cidades de Judá erigiram-se altares e às portas das casas e nas praças queimava-se incenso. Quanto aos livros da Lei, os que lhes caíam nas mãos eram rasgados e lançados ao fogo. Onde quer que se encontrasse, em casa de alguém, um livro da Aliança ou se alguém se conformasse à Lei, o decreto real o condenava à morte. Na sua prepotência assim procediam, contra Israel, com todos aqueles que fossem descobertos, mês por mês, nas cidades. No dia vinte e cinco de cada mês, ofereciam-se sacrifícios no altar levantado sobre o altar dos holocaustos. Quanto às mulheres que haviam feito circuncidar seus filhos, eles, cumprindo o decreto, as executavam com os mesmos filhinhos pendurados a seus pescoços, e ainda com os seus familiares e com aqueles que haviam operado a circuncisão. Apesar de tudo, muitos em Israel ficaram firmes e se mostraram irredutíveis em não comerem nada de impuro.Aceitaram antes morrer que contaminar-se com os alimentos e profanar a Aliança sagrada, como de fato morreram. Foi sobremaneira grande a ira que se abateu sobre Israel." (1 Macabeus 1:10-64)

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

PADROEIRA? MEDIANEIRA? MÃE DE DEUS?

A VERDADE SOBRE MARIA

O fanatismo pode levar muitos a não prestarem honras aos que honras merecem. Honrar significa considerar a virtude, o talento, a coragem, a santidade ou as boas qualidades de alguém. A mulher escolhida por D'us para dar à luz a Luz do mundo - Maria (seu nome real era Miriam) - nos deixou exemplos de fé, obediência, coragem, humildade, de amor e temor a Deus. 
Maria foi agraciada mais do que todas as outras mulheres. Foi escolhida para tão nobre missão porque era justa e reta aos olhos do Senhor. "EIS AQUI A SERVA DO SENHOR. CUMPRA-SE EM MIM SEGUNDO A TUA PALAVRA" . Este foi um exemplo de fé, obediência e humildade que nos deixou Maria. Com estas palavras ela acatou a missão de ser a mãe de Yeshua, de servir de veículo para que o Verbo se fizesse carne e habitasse entre nós. 
Também Maria não se envaideceu diante das declarações de sua prima Isabel, que lhe disse: "Bendita és tu entre as mulheres, e é bendito o fruto do seu ventre". Tão logo ouviu estas palavras, dirigiu-se ao Senhor em oração: "A MINHA ALMA ENGRANDECE AO SENHOR E O MEU ESPÍRITO SE ALEGRA EM D'US, MEU SALVADOR, PORQUE ATENTOU NA HUMILDADE DE SUA SERVA" (Lucas 1.39-54).  


COMO SURGIU A ADORAÇÃO A MARIA

A falsa adoração a uma deusa-mãe, rainha dos céus, senhora, madona etc. teve início na antiga Babilônia e se espalhou pelas nações até chegar a Roma. Os gregos adoravam Afrodite; em Éfeso, a deusa era Diana; Isis era o nome da deusa no Egito.

Milhares desse tipo de adoradores "aderiram" ao catolicismo em Roma para ficarem mais próximos do poder, haja vista que o Império Romano no século III adotou o cristianismo como religião oficial. Então, esses "cristãos" nominais levaram suas práticas idólatras e pagãs para a Igreja de Roma. Em vez de coibir o abuso e conduzir os fiéis pelos caminhos da fé exclusiva em D'us, os líderes do catolicismo romano contemporizaram a situação: aos poucos as imagens pagãs foram substituídas por imagens cristãs; os deuses pagãos, substituídos pelos deuses cristãos (os "santos" bíblicos) e, na esteira desse sincretismo religioso, a Santa Maria surgiu como "Mãe de Deus", "Senhora", "Sempre Virgem", "Concebida sem Pecado", "Assunta aos céus", "Mediadora e Advogada".

Na seqüência de atos tendentes à cristianização do paganismo, foram dogmatizadas ou proclamadas as seguintes crendices pela Igreja Católica Romana: O culto aos santos é reconhecido publicamente no ano 370 por Basílio de Cesaréia e Gregório de Nazianzo. No ano 400, iniciadas as orações pelos mortos. Trinta e um anos depois, Maria é proclamada "Mãe de Deus". Em 789, inicia-se o culto das imagens e das relíquias. A "Assunção de Maria" é festejada pela primeira vez, em 819. No ano 880, tem início a canonização dos santos.

No ano 1220, adoração à hóstia; Em 1229, os leigos são proibidos de ler a Bíblia. Em 1311, dá-se início à Procissão do Santíssimo Sacramento e à oração da Ave-Maria. Em 1546, declaração de que a Tradição tem autoridade igual à da Bíblia. Em 1950, a assunção de Maria transforma-se em artigo de fé. (!!!)

Além desses atos, as rezas da Ave-Maria chamam-na de "Sempre Virgem", "Rainha", "Advogada", ''Mãe de Deus", Concebida Sem Pecado. Então, iremos examinar um por um esses títulos à luz da verdade contida na Palavra de D'us, lembrando que a Bíblia é a única regra de fé e prática do seguidor do Mashiach Yeshua.

CONCEBIDA SEM PECADO

De acordo com o ensino do catolicismo romano, a Santa Maria, mãe de Jesus, foi concebida sem pecado. Tal ensino está definido no Compêndio Vaticano II, pág. 105: "Daí não admira que nos Santos Padres prevalece o costume de chamar a Mãe de Deus toda santa, imune de toda mancha de pecado, como que plasmada pelo Espírito Santo e formada nova criatura". As expressões "concebida sem pecado" e "imaculada" são comuns nas rezas e escritos romanos. O dogma da Imaculada Conceição de Maria foi definido no ano de 1854.

A única forma de Maria ter sido gerada sem pecado seria mediante a intervenção direta do Espirito Santo no ventre de sua mãe, tal como aconteceu com Yeshua. E essa exceção teria registro prioritário na Bíblia.

Contrariando a tese romana, a Palavra de D'us declara de modo enfático, sem rodeios: "POIS TODOS PECARAM E DESTITUÍDOS ESTÃO DA GLÓRIA DE D'US, E SÃO JUSTIFICADOS GRATUITAMENTE PELA SUA GRAÇA, PELA REDENÇÃO QUE HÁ NO MASHIACH YESHUA" (Romanos 3.23). Como resultado da desobediência de Adão e Eva, TODOS somos pecadores; todos trouxemos ou herdamos a natureza pecaminosa do primeiro casal; todos fomos atingidos pelo "pecado original". A Bíblia fala em TODOS. Todos, sem exceção. Dos santos da Antiga Aliança (Noé, Abraão, Moisés, Josué, Davi, Elias, Isaías, dentre outros) aos da Nova Aliança (Mateus, João, João Batista, Paulo, Pedro, José, Maria e outros), todos pecaram e necessitaram da graça de Deus para serem justificados.

E ainda: "PELO QUE, COMO POR UM HOMEM ENTROU PECADO NO MUNDO, E PELO PECADO A MORTE, ASSIM TAMBÉM A MORTE PASSOU A TODOS OS HOMENS, PORQUE TODOS PECARAM" (Rm 5.12). Ora, "semente gera semente da mesma espécie". Uma semente de manga vai gerar manga. Assim acontece com a laranja, com o abacate e com as demais frutas. Assim aconteceu com os homens. Somos da semente de Adão. Yeshua foi o único que não herdou a maldição do pecado porque Ele foi gerado pelo Espírito do Santo.

"Todos estão debaixo do pecado. Não há um justo. Nem um sequer" (Rm 3.9c, 10). Em lugar nenhum da Bíblia está escrito que a Santa Maria foi uma exceção. Maria está incluída no "TODOS PECARAM". A própria Maria, mãe de Yeshua, reconheceu ser pecadora, quando disse: "A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus MEU SALVADOR" (Lc 1.46-47). Ora, uma pessoa sem mácula, sem mancha, sem pecado não precisa de Salvador!!!! Ela declarou que sua alma necessitava ser salva! Ela clamou pela graça salvadora de D'us, pois "pela graça somos salvos, mediante a nossa fé" (Ef 2.8).

De Yeshua a Bíblia diz que "Ele não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano"(1 Pe 2.22). A mesma afirmação não se pode dizer com respeito a Maria, porquanto ela está inclusa no "Todos pecaram". Assim diz a Palavra de D'us.

Em oposição a essa verdade, dizem os romanistas que para gerar um ser puro - Yeshua - Maria teria que ser de igual modo pura, porque um ser impuro não poderia acolher um ser puro. Ora, se admitido como verdadeiro e correto tal raciocínio, teríamos de admitir que a mãe da Santa Maria deveria ser, também, pura para carregar no seu ventre uma pessoa imaculada. A avó de Maria, por sua vez, teria que ser pura. E, nesse passo, chegaríamos ao primeiro casal Adão e Eva. E estaríamos dizendo que a Palavra de D'us é mentirosa, quando afirma: TODOS PECARAM E DESTITUÍDOS ESTÃO DA GLÓRIA DE DEUS"(Romanos 3.23; 5.12).


A VIRGINDADE DE MARIA

A Igreja de Roma assegura que a Santa Maria, mãe de Yeshua, conservou-se virgem até a sua morte, daí porque nas rezas a ela dirigida é chamada de "Sempre Virgem Maria". Vamos ver o que diz a Palavra de D'us a respeito disso:

Antes do nascimento de Yeshua, Maria e José não mantiveram relações íntimas. Nascido Yeshua, e passado o período pós-parto, o casal passou a ter uma vida normal de marido e mulher e teve os seguintes filhos: Tiago, José, Simão, Judas e, no mínimo, duas filhas, conforme está registrado no Evangelho segundo São Mateus, capítulo 13.55-56, como segue: "Não é este o filho do carpinteiro? e não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas? Não estão entre nós todas as suas irmãs?"

Corroborando essa afirmação, lemos no mesmo livro de Mateus: "Estando Maria, sua mãe (mãe de Yeshua), desposada com José, antes que coabitassem, achou-se grávida pelo Espírito do Santo. José, seu marido, sendo justo e não querendo difamá-la, resolveu deixá-la secretamente. Projetando ele isso, em sonho lhe apareceu um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber a Maria tua mulher, porque o que nela foi gerado é do Espírito do Santo. José, despertando do sonho, fez como o anjo do Senhor lhe ordenara, e recebeu a sua mulher. MAS NÃO A CONHECEU ATÉ QUE ELA DEU À LUZ UM FILHO. E ELE LHE PÔS O NOME DE YESHUA" ( Mt 1.18-20, 24-25 ) .

A expressão "ATÉ QUE" - "não a conheceu até que ela deu à luz um filho" - indica um limite de tempo, no espaço ou nas ações. Poderíamos traduzir assim: José não manteve relações íntimas com Maria enquanto ela estava grávida de Yeshua, aliás, em cumprimento à profecia: "a virgem conceberá e dará à luz um filho ..." (Is 7.14). Veja-se que o anjo do Senhor falou a José, em sonhos, declarando o seguinte: "Não temas receber a Maria tua mulher". Isto significa dizer que José deveria continuar casado com Maria, apesar da gravidez inusitada; que o seu projeto de vida a dois não deveria sofrer qualquer retrocesso; que o casal não deveria partir para o desenlace; enfim, eles, José e Maria, deveriam continuar casados. No meu entendimento, se a vontade de Deus fosse perpetuar a virgindade de Maria, a fala do anjo a José seria restritiva e mais objetiva. No entanto, o anjo deixou aberta a possibilidade de os dois viverem uma vida normal de marido e mulher: "NÃO TEMAS RECEBER A MARIA TUA MULHER" (Mateus 1.20). É bom observar a expressão "a tua mulher". Maria foi a mulher de José.

Vejamos outras passagens da Bíblia sobre a família de Yeshua:

 "Tua mãe e teus irmãos estão lá fora e querem falar-te" (Mt 12.47)."Não temos o direito de levar conosco...os demais apóstolos, e os irmãos do Senhor, e Cefas? (1 Co 9.5). "Depois disto desceu para Carfanaum, com sua mãe, seus irmãos e seus discípulos" ( Jo 2.12) . "Depois, passados três anos, fui a Jerusalém para ver a Pedro e fiquei com ele quinze dias. E não vi a nenhum outro dos apóstolos, senão a Tiago, irmão do Senhor" (Gl 1.18-19). Contra o argumento de que era costume naquela época o tratamento de "irmãos" para todos os parentes e discípulos, lembramos que nas passagens acima vê-se nítida diferença entre ser apóstolo/discípulo e ser irmão do Senhor. E mais: "E foram ter com Ele sua mãe e seus irmãos, e não podiam aproximar-se dEle, por causa da multidão. E foi-Lhe dito: Estão lá fora tua mãe e teus irmãos, que querem ver-Te"(Lc 8.19-20).

Ademais, não consta que Maria fizera voto de castidade. José, seu marido, também não cogitou disso. O sexo não é pecado quando praticado entre casados. O anjo Gabriel ao anunciar a Maria o plano de D'us, de gerar no seu ventre o Salvador, e ao explicar o fato a José, não exigiu dela a manutenção da virgindade, nem de José o sacrifício da abstinência. As mães do mundo inteiro podem gerar muitos filhos e, paralelamente, levarem uma vida de santidade. Maternidade e santidade podem caminhar juntos. O sexo no casamento não é impureza. José e Maria foram abençoados com uma prole de pelo menos seis filhos, afora Yeshua, sendo quatro homens e, no mínimo, duas mulheres. Assim diz a Bíblia Sagrada. Lembremo-nos, finalmente, de que Maria "deu à luz a seu filho primogênito..." (Lc 2.7a) Primogênito, segundo o Dicionário Aurélio, diz-se "daquele que foi gerado antes dos outros, que é o filho mais velho". Yeshua foi, portanto, o filho mais velho de José e Maria. Já na relação entre D'us e o Seu Filho, Yeshua é chamado de Unigênito, ou seja, único do tipo gerado por Seu Pai, tal como definido em João 3.16: "Porque D'us amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna".
 

MEDIANEIRA, INTERCESSORA, ADVOGADA 


A essência da adoração na Igreja Católica Romana não gira em torno de D'us, nem de Yeshua, mas da pessoa da Virgem Maria. No decorrer dos séculos tem sido as mais diferentes e absurdas crendices, as criadas em torno da humilde mãe do Salvador". Assim, à pág. 109 do Compêndio Vaticano II, lê-se: "A Bem-aventurada Virgem Maria é invocada na Igreja sob os títulos de Advogada, Auxiliadora, Adjutriz, Medianeira".

Nosso raciocínio deve ser norteado não pelo que os homens afirmam, declaram, proclamam ou decidem. Em assuntos tais, a Bíblia é a nossa bússola, nosso guia, nossa regra. "Toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça, a fim de que o homem de D'us seja perfeito e perfeitamente preparado para toda boa obra"( 2 Tm 3.16-17).

 A Bíblia declara que só Yeshua é Mediador, Intercessor e Advogado nosso junto ao Pai . Vejamos:

"PORQUE HÁ UM SÓ D'US, E UM SÓ MEDIADOR ENTRE D'US E OS HOMENS, YESHUA O MESSIAS, HOMEM" (1 Tm 2.5).

 "SE, PORÉM, ALGUÉM PECAR, TEMOS UM ADVOGADO PARA COM O PAI,
YESHUA O MESSIAS, O JUSTO" (1 Jo 2.1).

 "PORTANTO, PODE TAMBÉM SALVAR PERFEITAMENTE OS QUE POR ELE SE CHEGAM A D'US, VIVENDO SEMPRE PARA INTERCEDER POR ELES" (Hb 7.25).


Além dessas afirmações inequívocas, o próprio Yeshua disse:


"EU SOU O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA. NINGUÉM VEM AO PAI, SENÃO POR MIM" (Jo 14.6).


Não podemos passar por cima da Escritura. Devemos ser submissos à vontade soberana de D'us. Se Ele declara na Sua Palavra que Yeshua é o único Advogado, Intercessor e Mediador, não há razão para acreditarmos que exista outro exercendo as mesmas funções. E se o fizermos, estaremos chamando D'us de mentiroso, dizendo que a Sua Palavra não é a expressão da verdade, e que o próprio Yeshua mentiu quando revelou que ninguém iria a D'us se não fosse através dEle, isto é, por Seu intermédio. Logo, não há outros intermediários entre D'us e os homens. Yeshua declarou que somente através dEle os homens teriam comunhão com seu D'us e Pai. Logo, não chegaremos a D'us através da Santa Maria, nem por meio de qualquer outro santo. Em Hebreus 7.25, vimos que Yeshua salva os que por Ele se chegam a D'us, confirmando que o Messias é verdadeiramente o caminho. Não há outro caminho. A Santa Maria não é o caminho, nem um dos caminhos.

Yeshua declara que Ele é O CAMINHO. Note-se o artigo definido - "o" - definindo a existência de um único caminho. Yeshua convidou todos a irem a Ele, sem intermediários: "VINDE A MIM TODOS OS QUE ESTAIS CANSADOS E SOBRECARREGADOS, E EU VOS ALIVIAREI" (Mateus 11.28). Aqui,
Yeshua faz um convite e uma promessa. Ele não deixa chance para irmos a outros intercessores ou mediadores, ainda que seja a Santa Maria. Yeshua é categórico: venham a mim, me procurem, peçam-me, busquem-me e eu resolverei seus problemas. Não há na Bíblia qualquer indicação para procurarmos os santos para atendimento de nossas necessidades. De maneira nenhum a Santa Maria iria tomar a posição de Yeshua. Contrariar a palavra de D'us é contrariar o próprio D'us.

Sei o quanto é difícil deletar de nossa mente anos e anos de ensino contrário à palavra do Senhor. Mas não existe outra saída para aquele que deseja realmente reconciliar-se com o D'us, arrepender-se de seus pecados e deixá-los, permanecer na fé e seguir rumo ao encontro de
Yeshua. Convém que apaguemos de nossa memória todos os ensinos, dogmas e doutrinas contrários ao que ensina e recomenda a Bíblia. Reflita: "SE O MEU POVO, QUE SE CHAMA PELO MEU NOME, SE HUMILHAR, E ORAR E BUSCAR A MINHA FACE, E SE CONVERTER DOS SEUS MAUS CAMINHOS, ENTÃO EU OUVIREI DOS CÉUS, E PERDOAREI OS SEUS PECADOS, E SARAREI A SUA TERRA" (2 Crônicas 7.14).

Vejam bem que D'us estabelece uma condição para atender aos pedidos. Ele requer humildade. Humildade significa reconhecermos que somos pó, somos pecadores e precisamos da graça de D'us para sermos salvos. Ele requer oração. Orar significa falar com D'us, não apenas na hora do aperto, da aflição, da angústia, do sufoco. Falar com Ele, também, quando tudo vai bem, para Lhe dar graças. Ele requer que busquemos a Sua face. Significa demonstrarmos sede de termos uma comunhão mais estreita com o Seu Santo Espírito. Significa orar com o coração, com a alma, com o espírito, com espírito de adoração, com fé. Ele requer conversão dos maus caminhos. Impõe que deixemos os pecados, a idolatria, os intermediários. Conversão implica arrependimento. Sem arrependimento não há perdão. Sem perdão não há salvação.

Nada devemos pedir à Santa Maria, nem a qualquer outro santo. Os santos falecidos nada podem fazer por nós. As suas imagens, as imagens de escultura que os representam, também nada podem fazer em nosso benefício. Elas não falam, não andam, não vêem, não ouvem. São surdas, mudas e cegas. São barro, pedra, madeira, gesso, borracha, porcelana, ouro, ferro, bronze, papel.

Não podemos esquecer: somente YESHUA pode mediar no céu em nosso favor. Não há outro. Se houvesse, D'us nos teria revelado. O primeiro mandamento de D'us é direto, taxativo, claro, objetivo, sem circunlóquio: "NÃO TERÁS OUTROS DEUSES DIANTE DE MIM" (Êx 20.3).

E o segundo mandamento ainda é mais preciso, categórico, cristalino, direto, sem rodeio ou meias palavras: "NÃO FARÁS PARA TI IMAGENS DE ESCULTURA... NÃO TE ENCURVARÁS A ELAS NEM AS SERVIRÁS." (Ex 20.4).

Neste mandamento D'us afirma: não fazer, não adquirir, não usar imagens. A relação entre ídolos e imagens, entre deuses e imagens diz muito da tradição de muitos em adorar/venerar os santos bíblicos via suas respectivas imagens. A associação espírito-imagem é tal que por vezes não se distingue a quem as súplicas e a adoração estão sendo dirigidas: se ao santo falecido, se à sua imagem. O certo é que nem aquele, nem esta, deve ser objeto de nossa adoração. Portanto, Maria não é nossa Advogada, Intercessora ou Medianeira. Assim diz a Palavra de D'us.


A MÃE DE DEUS

Imaginei de início que o titulo "Mãe de Deus" atribuído à humilde mãe de Yeshua fosse apenas uma demonstração de carinho. Com o passar dos anos, notei que se tratava de algo mais sério. Muitas crianças, jovens e adultos estão convictos de que Maria é mãe do Altíssimo!!





Para ser mãe de D'us a "Santa Maria", por óbvias razões, deveria possuir os mesmos atributos do Altíssimo, ou seja, ser onipresente, onisciente e onipotente. Sabemos que estes atributos são exclusivos de D'us. São absolutos e incomunicáveis. Em resumo, para ser mãe de D'us ela teria que ser igual a D'us. D'us é eterno, não teve começo, não foi gerado, e não terá fim. D'us não tem mãe, nem pai. Maria não pode ser mãe do seu Criador, do seu Salvador. Maria não pode ser mãe do seu próprio Pai. A criatura não pode ser mãe do Criador. A Santa Maria foi mãe de Yeshua, homem, escolhida que foi por D'us para que em seu ventre o Verbo se fizesse carne. Mas o Verbo, o Filho de D'us, este existe desde a eternidade e foi o primeiro ser gerado por D'us, único de seu tipo. O Verbo não foi gerado por Maria. Leia-se: "Ele estava no princípio com D'us. Todas as coisas foram feitas por Ele... e o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vemos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade" (Jo 1.2,3, 14). Esta é uma afirmação da pré-existência de Yeshua: Ele estava no princípio, esteve presente na Criação, estava com D'us, tinha natureza divina, com o mesmo "DNA" de Seu D'us e Pai. Logo, um ser humano, finito e limitado (a Santa Maria) não poderia gerar um ser com estes atributos.

Maria teria condições, como humilde serva do Senhor, de ser mãe daquele que sempre esteve com D'us? Vejamos as palavras de Maria: "EU SOU A SERVA DO SENHOR. CUMPRA-SE EM MIM SEGUNDO A TUA PALAVRA"(Lucas 1.38). Maria não desejava outra coisa senão ser serva de D'us. Jamais passou por sua cabeça ser mãe do Altíssimo! Seria completamente impossível uma mulher ser mãe de Deus! Mais adiante ela declara, dando ênfase à sua condição de serva: "A MINHA ALMA ENGRANDECE AO SENHOR, E O MEU ESPÍRITO SE ALEGRA EM DEUS MEU SALVADOR, POIS OLHOU PARA A HUMILDADE DA SUA SERVA. DESDE AGORA TODAS AS GERAÇÕES ME CHAMARÃO DE ABENÇOADA" (Lucas 1.46-48). Vê-se que a Santa Maria não almejou nada mais nada menos do que colocar-se na posição de serva do Senhor. E assim ela fez por toda a sua vida.
A Bíblia diz que os que morreram no Messias ressuscitarão, na Sua volta, num corpo celestial e incorruptível (1 Ts 4.16-17). Logo, de acordo com esta Palavra, a Santa Maria aguarda, como todos, esse dia glorioso. Como, nesse estágio, poderia ser mãe de Deus?

SENHORA E PADROEIRA

A santa e humilde Maria nunca desejou tomar o lugar do Salvador, do Filho de D'us. A sua posição foi de serva ciente de sua missão: a missão de trazer à luz a Luz do mundo, o Pão da vida, o Verbo de D'us. Até nas suas palavras a mãe de Yeshua foi discreta. O registro mais extenso sobre palavras por ela pronunciadas está em Lucas 1.46-55, sob o título "O cântico de Maria." Nessa oração, como já vimos atrás, Maria se mostra muito feliz e agradecida a Deus por haver sido agraciada com tão nobre missão:

"Pois olhou para a humildade da sua serva.
TODAS AS GERAÇÕES ME CHAMARÃO BEM-AVENTURADAS" (Lucas 1.48). Esta declaração de Maria é apresentada como justificativa pelo Catolicismo Romano do culto a ela prestado. Contestação: Segundo o Dicionário Aurélio, "bem-aventurado" quer dizer muito feliz, abençoado, bendito. O fato de a Santa Maria ter sido chamada de Bem-aventurada, não significa uma doutrina, mandamento ou ensino no sentido de a ela prestarmos culto. . . Nos versículos 46 e 47, Maria se declara necessitada de salvação: "A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em D'us, meu Salvador".
Não se encontra nas Escrituras qualquer tipo de adoração a Maria, ou qualquer ensino nesse sentido. Muitas pessoas interpretam mal o título "Bem-aventurada". Uma pessoa bem-aventurada quer dizer uma pessoa feliz, ditosa e bendita. É o estado "daqueles que, por seu relacionamento com o Messias e com a sua Palavra, receberam de D'us o amor, o cuidado, a salvação e sua presença diária. O arcanjo Gabriel disse: "Bendita és tu entre as mulheres". A mesma declaração foi feita por Isabel a Maria acrescentando: "... e bendito o fruto do teu ventre" (Lc 1.42). E a própria Maria afirmou que "desde agora todas as gerações me chamarão bem-aventurada" (Lc 1.48b). Yeshua, no "Sermão da Montanha", chamou de "BEM- AVENTURADOS" os pobres de espírito, os que choram, os mansos, os que têm fome e sede de justiça, os misericordiosos, os puros de coração, os pacificadores, os que sofrem perseguição por causa da justiça e os perseguidos por causa dele (Mt 5.3-11). E bem-aventurada é Maria porque foi instrumento usado por D'us para que o Verbo se fizesse carne e entre nós habitasse. Então, nós, os salvos somos bem-aventurados, isto é, somos felizes porque fomos agraciados com bênçãos de D'us. Não há a menor possibilidade de, após a nossa morte - a morte dos bem-aventurados - chegarmos à condição elevada de Senhor ou Senhora, Pai ou Mãe de todos. 


Vejamos o que diz a Bíblia: "OUVE, Ó ISRAEL: O SENHOR NOSSO D'US, O SENHOR É UM."(Deuteronômio 6.4). "AMARÁS O SENHOR TEU D'US DE TODO O TEU CORAÇÃO, DE TODA A TUA ALMA, E DE TODA A TUA FORÇA. ESTAS PALAVRAS QUE HOJE TE ORDENO ESTARÃO NO TEU CORAÇÃO. (Deuteronômio 6.5-6). Este mandamento foi confirmado por Yeshua, quando afirmou que não existia outro mandamento maior do que este (Mc 12.30-31). Ora, um coração completamente cheio do amor a D'us não possui espaço para amar outro "Senhor" ou "Senhora".


"EU E A MINHA CASA SERVIREMOS AO SENHOR... NUNCA NOS ACONTEÇA QUE DEIXEMOS AO SENHOR PARA SERVIRMOS A OUTROS DEUSES" (Js 24.14-16). Em nenhuma parte da Bíblia a Santa Maria é elevada à posição de senhora, padroeira, protetora, negação que se estende a todos os santos falecidos. Nenhum homem ou mulher pode, depois da morte física, ser Senhor ou Senhora. Foi o que lemos na palavra de Deus.

 "BEM-AVENTURADA É A NAÇÃO CUJO D'US É ADONAI, E O POVO QUE ELE ESCOLHEU PARA SUA HERANÇA" (Salmos 33.12). Daí porque não foi feliz a idéia de, por decreto, eleger a Santa Maria à posição de "Padroeira do Brasil", isto é, defensora e protetora de nosso País. Mais coerente com a nossa fé bíblica, seria declararmos o que está na Bíblia, ou seja, que D'us é o nosso Senhor!


"ADORARÁS A ADONAI TEU D'US, E SÓ A ELE SERVIRÁS" (Lc 4.8) Vamos repetir. Yeshua, respondendo a Satanás, citou o versículo 13 de Deuteronômio 6.
Yeshua foi categórico, direto, claro, objetivo. Ele disse que a nossa adoração deve ser dirigida exclusivamente a D'us, e só a Ele devemos servir, servir com o nosso louvor, com o nosso exemplo, com a nossa fé, com nossas orações, nossas lágrimas, nossos jejuns, nossos louvores e obediência à Sua Palavra. Se as nossas lágrimas, súplicas e louvores forem dirigidos à Santa Maria, logo estaremos em oposição à palavra do Senhor Yeshua. Oposição significa desobediência. Desobediência significa rebeldia. Rebeldia significa pecado. Pecado é morte.


"HÁ UM SÓ D'US E PAI DE TODOS, O QUAL É SOBRE TODOS, E POR TODOS E EM TODOS" (Hb 4.6). Se até aqui  o leitor ainda estava em dúvida, creio que este versículo colocou as coisas no devido lugar. Como já disse, a Bíblia não fala na existência de uma "Senhora"" ou de um outro "Senhor". O Deus da Bíblia é o Deus de Abraão, Isaque e Jacó; o Deus que tirou seu povo da escravidão do Egito; que abriu o Mar Vermelho e o seu povo fez passar; que lhe entregou a Terra das promessa; que não está de braços cruzados, impassível, assistindo a rebeldia da humanidade. Ele é por todos.
 

Como vimos, a eleição da humilde serva Maria, mãe de
Yeshua, à posição de Senhora ou de Padroeira não encontra respaldo nas Escrituras. A nossa adoração não pode ficar dividida entre o Senhor D'us e a Senhora Maria. Não se pode "coxear entre dois pensamentos", seguir dois caminhos, ter dois senhores. Devemos aprender com Maria e declararmos que a "nossa alma exalta e engrandece ao Senhor, e que o nosso espirito se alegra porque estamos em comunhão com Yeshua nosso Salvador".

Adaptado e editado a partir do texto do Pr Airton Evangelista da Costa

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Profecias Messiânicas Cumpridas

Mais de 300 Profecias das Escrituras Hebraicas revelam Yeshua como o Messias

Nota: Os versículos estão em colchetes, nesta ordem: [PROFECIA, CUMPRIMENTO].

Gênesis

1. O Messias nasceria da "semente de uma mulher" [Gênesis 3:15a, Lucas 1:34-35].
2. O Messias derrotaria Satanás [Gênesis 3:15b, 1 João 3:8].
3. O Messias padeceria ao reconciliar os homens com Deus [Gênesis 3:15c, 1 Pedro 3:18].
4. O Messias seria descendente de Sete [Gênesis 4:25, Lucas 3:23-38].
5. O Messias seria descendente de Sem [Gênesis 9:26, Lucas 3:23-36].
6. O Messias seria descendente de Abraão [Gênesis 12:3, Mateus 1:1].
7. O Messias seria descendente de Isaque [Gênesis 17:19, Lucas 3:23-34].
8. O Messias viria para todas as nações [Gênesis 18:18b, Atos 3:24-26].
9. O Messias seria descendente de Isaque [Gênesis 21:12, Lucas 3:23-34].
10. O Messias seria como um cordeiro de sacrifício [Gênesis 22:8, João 1:29].
11. O Messias seria sacrificado no mesmo monte onde Deus testou Abraão [Gênesis 22:14, Lucas 23:33].
12. O Messias abençoaria todas as nações [Gênesis 22:18, Gálatas 3:14].
13. O Messias seria descendente de Isaque [Gênesis 26:4, Lucas 3:23-34].
14. O Messias seria descendente de Jacó [Gênesis 28:14a, Lucas 3:23-34].
15. O Messias viria para todos os povos [Gênesis 28:14b, Gálatas 3:26-29].
16. O Messias seria descendente de Judá [Gênesis 49:10a, Lucas 3:23-33].
17. O Messias seria Rei de Israel [Gênesis 49:10b, João 1:49].
18. A autoridade do Messias se estenderá a todas as nações [Gênesis 49:10c, Judas 1:25].
19. O Messias seria a "videira" [Gênesis 49:11, João 15:1-5].

Êxodo

20. Nenhum dos ossos do Messias seria quebrado[Êxodo 12:46, João 19:32-33].

Números

21. Nenhum dos ossos do Messias seria quebrado[Números 9:12, João 19:32-33].
22. O Messias seria Rei de Israel [Números 24:17, João 19:19].

Deuteronômio

23. O Messias seria Profeta [Deuteronômio 18:15, Mateus 21:11].
24. O Messias seria Profeta [Deuteronômio 18:18a, Mateus 21:11].
25. Deus falaria através do Messias [Deuteronômio 18:18b, João 12:49].
26. O Messias seria feito maldito para redimir o homem [Deuteronômio 21:23, Gálatas 3:13].
27. O Messias seria reverenciado por anjos no seu nascimento [Deuteronômio 32:43, Lucas 2:13-14].

Rute

28. O Messias seria descendente de Boaz e Rute [Rute 4:12-17, Lucas 3:23-32].

1 Samuel

29. O Messias seria exaltado por Deus com poder e força [1 Samuel 2:10, Mateus 28:18].

2 Samuel

30. O Messias seria descendente de Davi [2 Samuel 7:12-13, Mateus 1:1].
31. O Messias seria o Filho de Deus [2 Samuel 7:13-14, Mateus 3:16-17].
32. O Messias seria descendente de Davi [2 Samuel 7:16, Mateus 1:1].
33. O Messias viria para todos os povos [2 Samuel 22:50, Romanos 15:8-9].
34. O Messias seria a "Pedra" [ 2 Samuel 23:2-4a, 1 Coríntios 10:4].
35. O Messias seria como a "luz da manhã" [2 Samuel 23:2-4b, Apocalipse 22:16].

1 Crônicas

36. O Messias seria descendente de Judá [1 Crônicas 5:2, Lucas 3:23-33].
37. O Messias seria descendente de Davi [1 Crônicas 17:11-12a, Lucas 3:23-31].
38. O Trono do Messias seria eterno [1 Crônicas 17:11-12b, Lucas 1:32-33].
39. O Messias seria o Filho de Deus [1 Crônicas 17:13-14, Mateus 3:16-17].

Salmos

40. O Messias seria rejeitado pelos Gentios [Salmo 2:1 Atos, 4:25-28].
41. Líderes Políticos e religiosos conspirariam contra o Messias [Salmo 2:2, Mateus 26:3-4].
42. O Messias seria Rei [Salmo 2:6, João 12:12-13].
43. O Messias seria o Filho de Deus [Salmo 2:7a, Lucas 1:31-35].
44. O Messias declararia que ele era o Filho de Deus [Salmo 2:7b, João 9:35-37].
45. O Messias seria ressuscitado e coroado como Rei [Salmo 2:7c, Atos 13:30-33].
46. O Messias pediria a Deus pela Sua herança [Salmo 2:8a, João 17:4-24].
47. O Messias receberia autoridade sobre todos [Salmo 2:8b, Mateus 28:18].
48. O Messias seria o Filho de Deus [Salmo 2:12a, Mateus 17:5].
49. O Messias rejeitaria aqueles que não creram nele [Salmo 2:12b, João 3:36].
50. Crianças dariam louvor ao Messias [Salmo 8:2, Mateus 21:15-16].
51. Ao Messias seria dado autoridade sobre todas as coisas [Salmo 8:6, Mateus 28:18].
52. O Messias seria ressuscitado [Salmo 16:8-10a, Mateus 28:6].
53. O Corpo do Messias não seria exposto à corrupção [Salmo 16:8-10b, Atos 13:35-37].
54. O Messias seria exaltado á presença de Deus [Salmo 16:11, Atos 2:25-33].
55. O Messias viria para todos os povos [Salmo 18:49, Efésios 3:4-6].
56. O Messias clamaria a Deus [Salmo 22:1a, Mateus 27:46].
57. O Messias seria desamparado por Deus [Salmo 22:1b, Marcos 15:34].
58. O Messias, angustiado, oraria sem cessar [Salmo 22:2, Mateus 26:38-39].
59. O Messias seria desprezado [Salmo 22:6, Lucas 23:21-23].
60. O povo zombaria do Messias, meneando suas cabeças [Salmo 22:7, Mateus 27:39].
61. Escarnecedores diriam do Messias, “Confiou em Deus, livre-o agora” [" Salmo 22:8, Mateus 27:41-43].
62. O Messias teria ciência do seu Pai desde a sua mocidade [Salmo 22:9, Lucas 2:40].
63. O Messias seria chamado para o serviço de Deus desde o ventre [Salmo 22:10, Lucas 1:30-33].
64. O Messias seria abandonado pelos seus talmidim [Salmo 22:11, Marcos 14:50].
65. O Messias seria cercado por espíritos malignos [Salmo 22:12-13, Colossenses 2:15].
66. O Coração do Messias iria se partir, fluindo sangue e água [Salmo 22:14a, João 19:34].
67. O Messias seria crucificado [Salmo 22:14b, Mateus 27:35].
68. O Messias teria sede [Salmo 22:15a, João 19:28].
69. O Messias teria sede um pouco antes de sua morte [Salmo 22:15b, João 19:30].
70. O Messias seria cercado por gentios na sua crucificação [Salmo 22:16a, Lucas 23:36].
71. O Messias seria cercado por inimigos na sua crucificação [Salmo 22:16b, Mateus 27:41-43].
72. As mãos e os pés do Messias seriam transpassados [Salmo 22:16c, Mateus 27:38].
73. Nenhum dos ossos do Messias seria quebrado[Salmo 22:17a, João 19:32-33].
74. O povo fixaria os olhos no Messias durante a sua crucificação [Salmo 22:17b, Lucas 23:35].
75. As vestes do Messias seriam repartidas [Salmo 22:18a, João 19:23-24].
76. Sortes seriam lançadas pela roupa do Messias [Salmo 22:18b, João 19:23-24].
77. O ato expiatório do Messias possibilitaria aos que crêem serem seus irmãos [Salmo 22:22, Hebreus 2:10-12].
78. Os inimigos do Messias tropeçariam e cairiam quando viessem por ele [Salmo 27:2, João 18:3-6].
79. O Messias seria acusado por falsas testemunhas [Salmo 27:12, Mateus 26:59-61].
80. O Messias bradaria "Nas tuas mãos encomendo o meu espírito" [Salmo 31:5, Lucas 23:46].
81. Haveriam planos para matar o Messias [Salmo 31:13, Mateus 27:1].
82. Nenhum dos ossos do Messias seria quebrado[Salmo 34:20, João 19:32-33].
83. O Messias seria acusado por falsas testemunhas [Salmo 35:11, Marcos 14:55-59].
84. O Messias seria odiado por muitos sem motivo [Salmo 35:19, João 18:19-23].
85. O Messias emudeceria diante de seus acusadores [Salmo 38:13-14, Mateus 26:62-63].
86. A auto-oferta do Messias substituiria todos os sacrifícios [Salmo 40:6-8a, Hebreus 10:10-13].
87. O Messias diria que as Escrituras testificam dele [Salmo 40:6-8b, Lucas 24:44].
88. O Messias viria para fazer a vontade de Deus [Salmo 40:7-8, João 5:30].
89. O Messias não ocultaria a sua missão da congregação [Salmo 40:9-10, Lucas 4:16-21].
90. O traidor do Messias seria um amigo com quem ele partiu pão [Salmo 41:9, Marcos 14:17-18].
91. O Messias falaria com uma mensagem de graça [Salmo 45:2, Lucas 4:22].
92. O Trono do Messias seria perpétuo [Salmo 45:6-7a, Lucas 1:31-33].
93. O Messias seria um Elohim (divino) [Salmo 45:6-7b, Hebreus 1:8-9].
94. O Messias agiria com retidão [Salmo 45:6-7c, João 5:30].
95. O Messias seria traído por um amigo [Salmo 55:12-14, Lucas 22:47-48].
96. O Messias ascenderia ao céu [Salmo 68:18a, Lucas 24:51].
97. O Messias daria dons aos homens [Salmo 68:18b, Mateus 10:1].
98. O Messias seria odiado por muitos sem motivo [Salmo 69:4, Lucas 23:13-22].
99. O Messias suportaria acusações, por amor a Deus [Salmo 69:7, Mateus 26:65-67].
100. O Messias seria rejeitado pelo seu povo [Salmo 69:8a, João 1:11].
101. Os irmãos do Messias não creriam nele [Salmo 69:8b, João 7:3-5].
102. O Messias se enfureceria pelo desrespeito para com o templo [Salmo 69:9a, João 2:13-17].
103. O Messias suportaria acusações, por amor a Deus [Salmo 69:9b, Romanos 15:3].
104. O coração do Messias iria se partir [Salmo 69:20a, João 19:34].
105. Os discípulos do Messias o abandonariam na sua hora de necessidade [Salmo 69:20b, Marcos 14:33-41].
106. Ao Messias seria oferecido fel e vinagre [Salmo 69:21a, Mateus 27:34].
107. O Messias teria sede [Salmo 69:21b, João 19:28].
108. O campo do oleiro ficaria desabitado [Salmo 69:25, Atos 1:16-20].
109. O Messias falaria em parábolas [Salmo 78:2, Mateus 13:34-35].
110. O Messias estaria à destra de Deus [Salmo 80:17, Atos 5:31].
111. O Messias seria descendente de Davi [Salmo 89:3-4, Mateus 1:1].
112. O Messias chamaria a Deus de “meu Pai” [Salmo 89:26, Mateus 11:27].
113. O Messias seria o “primogênito” de Deus [ Salmo 89:27, Marcos 16:6].
114. O Messias seria descendente de Davi [Salmo 89:29, Mateus 1:1].
115. O Messias seria descendente de Davi [Salmo 89:35-36, Mateus 1:1].
116. O Messias seria eterno [Salmo 102:25-27a, Colossenses 1:17].
117. O Messias seria o criador de todas as coisas [Salmo 102:25-27b, João 1:3].
118. O Messias seria acusado por falsas testemunhas [Salmo 109:2, João 18:29-30].
119. O Messias oraria pelos seus inimigos [Salmo 109:4, Lucas 23:34].
120. O traidor do Messias teria uma vida curta [Salmo 109:8a, Atos 1:16-18].
121. O traidor do Messias seria substituído [Salmo 109:8b, Atos 1:20-26].
122. O povo zombaria do Messias, meneando suas cabeças [Salmo 109:25, Marcos 15:29-30].
123. O Messias seria Senhor [Salmo 110:1a, Mateus 22:41-45].
124. O Messias estaria à destra de Deus [Salmo 110:1b, Marcos 16:19].
125. O Messias seria um sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque [Salmo 110:4, Hebreus 6:17-20].
126. O Messias estaria à destra de Deus [Salmo 110:5, 1 Pedro 3:21-22].
127. O Messias seria a "pedra" rejeitada por Israel [Salmo 118:22, Mateus 21:42-43].
128. O Messias viria em nome do Senhor [Salmo 118:26, Mateus 21:9].
129. O Messias seria descendente de Davi [Salmo 132:11, Mateus 1:1].
130. O Messias seria descendente de Davi [Salmo 132:17, Mateus 1:1].

Provérbios

131. O Messias seria oriundo da eternidade [Provérbios 8:22-23, João 17:5].
132. O Messias ascenderia e desceria do céu [Provérbios 30:4a, João 3:13].
133. Deus teria um Filho [Provérbios 30:4b, Mateus 3:16-17].

Isaías

134. Israel teria um coração endurecido contra o Messias [Isaías 6:9-10a, João 12:37-40].
135. O Messias falaria em parábolas [Isaías 6:9-10b, Mateus 13:13-15].
136. O Messias seria descendente de Davi [Isaías 7:13-14, Mateus 1:1].
137. O Messias nasceria de uma virgem [Isaías 7:14a, Lucas 1:34-35].
138. O Messias seria Emanuel, "Deus conosco." Isaías 7:14b, Mateus 1:21-23].
139. O Messias traria a presença de Deus aos homens [Isaías 7:14c, João 12:45].
140. O Messias seria uma "pedra de tropeço" para Israel [Isaías 8:14, Mateus 21:43-44].
141. O Messias ministraria na Galiléia [Isaías 9:1-2a, Mateus 4:12-17].
142. O Messias seria uma luz para os Gentios [Isaías 9:1-2b, Lucas 2:28-32].
143. O nascimento do Messias [Isaías 9:6a, Lucas 2:11].
144. O Messias seria o Filho de Deus [Isaías 9:6b, Lucas 1:35].
145. O Messias seria o "Maravilhoso Conselheiro" [Isaías 9:6c, João 7:46].
146. O Messias seria o  Herói divino "Gibor El" [Isaías 9:6d, João 10:30].
147. O Messias seria o "Pai da Eternidade" [Isaías 9:6e, Apocalipse 1:8].
148. O Messias seria o "Príncipe da Paz" [Isaías 9:6f, Colossenses 1:20].
149. O Messias seria descendente de Jessé [Isaías 11:1a, Lucas 3:23-32].
150. O Messias cresceria em uma família pobre [Isaías 11:1b, Lucas 2:7].
151. O Messias cresceria em Nazaré [Isaías 11:1c, Mateus 2:21-23].
152. O Messias teria o Espírito de Deus sobre ele [Isaías 11:2a, Mateus 3:16-17].
153. O Messias teria o Espírito de Sabedoria [Isaías 11:2b, Lucas 2:40].
154. O Messias teria o Espírito de Entendimento [Isaías 11:2c, Lucas 2:40].
155. O Messias teria o Espírito de Conselho [Isaías 11:2d, Mateus 7:28-29].
156. O Messias teria o Espírito de Fortaleza [Isaías 11:2e, Mateus 8:27].
157. O Messias teria o Espírito de Conhecimento do Senhor [Isaías 11:2f, João 7:29].
158. O Messias teria o Espírito de Temor do Senhor [Isaías 11:2g, Hebreus 5:7].
159. O Messias teria um intenso entendimento no temor do Senhor [Isaías 11:3a, Lucas 2:46-47].
160. O Messias não julgaria com base em representações externas [Isaías 11:3b, João 7:24].
161. O Messias julgaria os pobres com justiça [Isaías 11:4, Marcos 12:41-44].
162. O Messias seria descendente de Jessé [Isaías 11:10a, Lucas 3:23-32].
163. O Messias viria para todos os povos [Isaías 11:10b, Atos 13:47-48].
164. O Messias teria a chave de Davi [Isaías 22:22, Apocalipse 3:7].
165. O Messias derrotaria a morte [Isaías 25:8, Apocalipse 1:18].
166. Outros ressurgiriam à vida na ressurreição do Messias [Isaías 26:19, Mateus 27:52-53].
167. O Messias seria a pedra de esquina [Isaías 28:16, 1 Peter 2:4-6].
168. O Messias curaria o cego [Isaías 35:5a, Marcos 10:51-52].
169. O Messias curaria o surdo [Isaías 35:5b, Marcos 7:32-35].
170. O Messias curaria o coxo [Isaías 35:6a, Mateus 12:10-13].
171. O Messias curaria o mudo [Isaías 35:6b, Mateus 9:32-33].
172. O precursor do Messias viveria no deserto [Isaías 40:3a, Mateus 3:1-4].
173. O precursor prepararia o povo para a vinda do Messias [Isaías 40:3b, Lucas 1:17].
174. O Messias seria o Senhor anunciado pela voz do que clama no deserto [Isaías 40:3, Mateus 3:3].
175. O Messias seria como um pastor [Isaías 40:11, João 10:11].
176. O Messias seria o servo de Deus [Isaías 42:1a, João 4:34].
177. O Messias teria o Espírito de Deus sobre ele [Isaías 42:1b, Mateus 3:16-17].
178. O Messias agradaria a Deus [Isaías 42:1c, Mateus 3:16-17].
179. O Messias não chamaria atenção para si próprio [Isaías 42:2, Mateus 12:15-21].
180. O Messias teria compaixão dos pobres e necessitados [Isaías 42:3, Mateus 11:4-5].
181. O Messias receberia orientação de Deus [Isaías 42:6a, João 5:19-20].
182. O Messias seria guardado por Deus [Isaías 42:6b, João 8:29].
183. O Messias seria a nova aliança [Isaías 42:6c, Mateus 26:28].
184. O Messias seria uma luz para os Gentios [Isaías 42:6d, João 8:12].
185. O Messias curaria o cego [Isaías 42:7, Mateus 9:27-30].
186. O Messias seria oriundo da eternidade [Isaías 48:16a, João 1:1-2].
187. O Messias seria enviado por Deus [Isaías 48:16b, João 7:29].
188. O Messias viria para todos os povos [Isaías 49:1a, 1 Timóteo 2:4-6].
189. O Messias seria chamado para o serviço de Deus desde o ventre [Isaías 49:1b, Mateus 1:20-21].
190. O Messias seria chamado pelo seu nome antes de nascer [Isaías 49:1c, Lucas 1:30-31].
191. As palavras do Messias seriam como uma espada aguda [Isaías 49:2a, Apocalipse 2:12-16].
192. O Messias seria protegido por Deus [Isaías 49:2b, Mateus 2:13-15].
193. O Messias seria responsável pelo juízo da humanidade [Isaías 49:2c, João 5:22-29].
194. O Messias seria o servo de Deus [Isaías 49:3a, João 17:4].
195. A obra do Messias glorificaria a Deus [Isaías 49:3b, Mateus 15:30-31].
196. O Messias seria afligido pela incredulidade de Israel [Isaías 49:4, Lucas 19:41-42].
197. O Messias seria o servo de Deus [Isaías 49:5a, João 6:38].
198. O Messias viria para trazer Israel de volta para Deus [Isaías 49:5b, Mateus 15:24].
199. O Messias seria o servo de Deus [Isaías 49:6a, João 12:49-50].
200. O Messias seria uma luz para os Gentios [Isaías 49:6b, Atos 13:47-48].
201. O Messias seria desprezado [Isaías 49:7, João 10:20].
202. O Messias falaria com sabedoria dada a ele por Deus [Isaías 50:4, João 12:49].
203. O Messias não seria rebelde à vontade de Deus [Isaías 50:5, João 12:27].
204. As costas do Messias seria açoitada [Isaías 50:6a, Mateus 27:26].
205. O Messias teria a sua face esbofeteada e cuspida [Isaías 50:6b, Mateus 26:67].
206. O Messias direcionaria firmemente sua face para a sua missão [Isaías 50:7, Lucas 9:51-53].
207. O Messias seria justificado pela sua retidão [Isaías 50:8, 1 Timóteo 3:16].
208. O Messias colocaria a sua confiança em Deus [Isaías 50:8-10, João 11:7-10].
209. O Messias seria o servo de Deus [Isaías 52:13a, João 9:4].
210. O Messias seria grandemente exaltado [Isaías 52:13b, Filipenses 2:9-11].
211. A face do Messias seria desfigurada por meio de batidas violentas [Isaías 52:14, Mateus 26:67-68].
212. O sangue do Messias seria derramado para fazer expiação por todos os pecados [Isaías 52:15, Apocalipse 1:5].
213. O povo do Messias não creria que ele fosse o Messias [Isaías 53:1, João 12:37-38].
214. O Messias cresceria em Nazaré [Isaías 53:2a, Mateus 2:21-23].
215. O Messias teria a aparência de um homem ordinário [Isaías 53:2b, Filipenses 2:7-8].
216. O Messias seria desprezado [Isaías 53:3a, Lucas 4:28-29].
217. O Messias seria rejeitado [Isaías 53:3b, Mateus 27:21-23].
218. O Messias possuiria grande dor e tristeza [Isaías 53:3c, Lucas 19:41-42].
219. Homens evitariam associações com o Messias [Isaías 53:3d, Marcos 14:50-52].
220. O Messias teria um ministério de cura [Isaías 53:4a, Lucas 6:17-19].
221. O Messias carregaria e suportaria sobre si os pecados do mundo [Isaías 53:4b, 1 Pedro 2:24].
222. Pensariam que o Messias tivesse sido amaldiçoado por Deus [Isaías 53:4c, Mateus 27:41-43].
223. O Messias suportaria a punição pelos pecados da humanidade [Isaías 53:5a, Lucas 23:33].
224. O sacrifício do Messias proveria paz entre Deus e o homem [Isaías 53:5b, Colossenses 1:20].
225. As costas do Messias seria açoitada [Isaías 53:5c, Mateus 27:26].
226. O Messias seria, para toda a humanidade, o “carregador-dos-pecados” [Isaías 53:6, Gálatas 1:4].
227. O Messias seria oprimido e afligido [Isaías 53:7a, Mateus 27:27-31].
228. O Messias estaria calado perante seus acusadores [Isaías 53:7b, Mateus 27:12-14].
229. O Messias seria como um cordeiro de sacrifício [Isaías 53:7c, João 1:29].
230. O Messias seria preso e atormentado [Isaías 53:8a, Mateus 26:47-27:31].
231. O Messias seria julgado [Isaías 53:8b, João 18:13-22].
232. O Messias seria morto [Isaías 53:8c, Mateus 27:35].
233. O Messias morreria pelos pecados do mundo [Isaías 53:8d, 1 João 2:2].
234. O Messias seria sepultado no túmulo de um rico [Isaías 53:9a, Mateus 27:57].
235. O Messias seria inocente e não cometeria injúria [Isaías 53:9b, Marcos 15:3].
236. O Messias não possuiria engano em sua boca [Isaías 53:9c, João 18:38].
237. Era a vontade de Deus que o Messias morresse por toda a humanidade [Isaías 53:10a, João 18:11].
238. O Messias seria uma oferta pelo pecado [Isaías 53:10b, Mateus 20:28].
239. O Messias ressuscitaria e viveria para sempre [Isaías 53:10c, Marcos 16:16].
240. O Messias prosperaria [Isaías 53:10d, João 17:1-5].
241.Deus ficaria plenamente satisfeito com o sofrimento do Messias [Isaías 53:11a, João 12:27].
242. O Messias seria o servo de Deus [Isaías 53:11b, Romanos 5:18-19].
243. O Messias justificaria o homem perante Deus [Isaías 53:11c, Romanos 5:8-9].
244. O Messias seria, para toda a humanidade, o “carregador-dos-pecados” [Isaías 53:11d, Hebreus 9:28].
245. Por causa do seu sacrifício, o Messias seria grandemente exaltado por Deus [Isaías 53:12a, Mateus 28:18].
246. O Messias entregaria a sua vida para salvar a humanidade [Isaías 53:12b, Lucas 23:46].
247. O Messias seria ajuntado com os malfeitores [Isaías 53:12c, Lucas 23:32].
248. O Messias seria, para toda a humanidade, o “carregador-dos-pecados” [Isaías 53:12d, 2 Coríntios 5:21].
249. O Messias intercederia a Deus em favor da humanidade [Isaías 53:12e, Lucas 23:34].
250. O Messias seria ressuscitado por Deus [Isaías 55:3, Atos 13:34].
251. O Messias seria uma testemunha [Isaías 55:4, João 18:37].
252. O Messias viria para prover salvação [Isaías 59:15-16a, João 6:40].
253. O Messias seria o intercessor entre Deus e o homem [Isaías 59:15-16b, Mateus 10:32-33].
254. O Messias viria a Sião como o seu Redentor [Isaías 59:20, Lucas 2:38].
255. O Messias teria o Espírito de Deus sobre ele [Isaías 61:1, Mateus 3:16-17].
256. O Messias pregaria as boas novas [Isaías 61:1-2, Lucas 4:18-21].
257. O Messias viria para prover salvação [Isaías 63:5, João 3:17].
258. O Messias seria achado por um povo que não o buscava [Isaías 65:1, Mateus 15:22-28].
259. O Messias seria rejeitado por Israel [Isaías 65:2, João 5:37-40].

Jeremias

260. O Messias seria descendente de Davi [Jeremias 23:5, Lucas 3:23-31].
261. O Messias seria Senhor [Jeremias 23:6, João 13:13].
262. Crianças morreriam durante uma tentativa de matar o Messias [Jeremias 31:15, Mateus 2:16].
263. O Messias nasceria de uma virgem [Jeremias 31:22, Mateus 1:18-20].
264. O Messias seria a nova aliança [Jeremias 31:31, Mateus 26:28].
265. O Messias seria descendente de Davi [Jeremias 33:14-15, Lucas 3:23-31].

Lamentações

266. O Messias seria golpeado na face [Lamentações 3:30, João 18:22].

Ezequiel

267. O Messias seria descendente de Davi [Ezequiel 17:22-24, Lucas 3:23-31].
268. O Messias seria descendente de Davi [Ezequiel 34:23-24, Mateus 1:1].

Daniel

269. O Messias ascenderia ao céu [Daniel 7:13-14a, Atos 1:9-11].
270. O Messias seria altamente exaltado [Daniel 7:13-14b, Efésios 1:20-22].
271. O domínio do Messias seria eterno [Daniel 7:13-14c, Lucas 1:31-33].
272. O Messias viria para dar fim aos pecados [Daniel 9:24a, Gálatas 1:3-5].
273. O Messias seria santo [Daniel 9:24b, Lucas 1:35].
274. O Messias seria anunciado ao seu povo 483 anos após o dia exato do decreto para a reedificação da cidade de Jerusalém [Daniel 9:25, João 12:12-13].
275. O Messias seria morto [Daniel 9:26a, Mateus 27:35].
276. O Messias morreria pelos pecados do mundo [Daniel 9:26b, Hebreus 2:9].
277. O Messias seria morto antes da destruição do templo [Daniel 9:26c, Mateus 27:50-51].
278. Uma visão do Messias em estado glorificado [Daniel 10:5-6, Apocalipse 1:13-16].

Oséias

279. O Messias seria o Filho de Deus [Oséias 11:1a, Mateus 2:13-15].
280. O Messias seria chamado do Egito [Oséias 11:1b, Mateus 2:13-15].
281. O Messias venceria a morte [Oséias 13:14, 1 Coríntios 15:55-57].

Joel

282. O Messias ofereceria a salvação para todos [Joel 2:32, Romanos 10:12-13].

Amós

283. Deus faria com que o céu se escurecesse ao meio-dia [Amós 8:9, Mateus 27:45-46].

Miquéias

284. O Messias nasceria em Belém [Miquéias 5:2a, Mateus 2:1-2].
285. O Messias seria o servo de Deus [Miquéias 5:2b, João 15:10].
286. O Messias seria oriundo da eternidade [Miquéias 5:2c, Apocalipse 1:8].

Ageu

287. O Messias visitaria o Segundo Templo [Ageu 2:6-9, Lucas 2:27-32].
288. O Messias seria descendente de Zorobabel [Ageu 2:23, Lucas 3:23-27].

Zacarias

289. O Messias seria Senhor e habitaria entre o seu povo [Zacarias 2:10-11a, João 1:14].
290. O Messias seria enviado por Deus [Zacarias 2:10-11b, João 8:18-19].
291. O Messias seria descendente de Zorobabel [Zacarias 3:8a, Lucas 3:23-27].
292. O Messias seria o servo de Deus [Zacarias 3:8b, João 17:4].
293. O Messias seria Sacerdote e Rei [Zacarias 6:12-13, Hebreus 8:1].
294. O Messias seria recebido com alegria em Jerusalém [Zacarias 9:9a, Mateus 21:8-10].
295. O Messias seria visto como Rei [Zacarias 9:9b, João 12:12-13].
296. O Messias seria justo [Zacarias 9:9c, João 5:30].
297. O Messias traria salvação [Zacarias 9:9d, Lucas 19:10].
298. O Messias seria humilde [Zacarias 9:9e, Mateus 11:29].
299. O Messias seria apresentado a Jerusalém montado num jumento [Zacarias 9:9f, Mateus 21:6-9].
300. O Messias seria a pedra de esquina [Zacarias 10:4, Efésios 2:20].
301. A rejeição do Messias faria com que Deus removesse Sua proteção sobre Israel [Zacarias 11:10, Lucas 19:41-44].
302. O Messias seria traído por trinta moedas de prata [Zacarias 11:12, Mateus 26:14-15].
303. Trinta moedas de prata seriam lançadas na casa do Senhor [Zacarias 11:13a, Mateus 27:3-5].
304. Trinta moedas de prata seriam usadas para comprar o campo do oleiro [Zacarias 11:13b, Mateus 27:6-7].
305. O corpo do Messias seria transpassado [Zacarias 12:10, João 19:34].
306. O Messias seria o pastor, companheiro de Deus e seria ferido [Zacarias 13:7, Mateus 26:31].
307. Os discípulos do Messias se dispersariam [Zacarias 13:7, Mateus 26:31-56].

Malaquias

308. Um mensageiro prepararia o caminho para o Messias [Malaquias 3:1a, Mateus 11:10].
309. O Messias apareceria subitamente no templo [Malaquias 3:1b, Marcos 11:15-16].
310. O Messias seria o mensageiro da nova aliança [Malaquias 3:1c, Lucas 4:43].
311. O precursor do Messias viria no espírito de Elias [Malaquias 4:5, Mateus 3:1-2].
312. O precursor do Messias converteria muitos à eqüidade [Malaquias 4:6, Lucas 1:16-17].

quarta-feira, 1 de junho de 2011

QUE TODOS OS POVOS DA TERRA CONHEÇAM A ADONAI, O ÚNICO D'US VERDADEIRO. D'US E PAI DE NOSSO SENHOR YESHUA, O MESSIAS.

SALMOS 104

BENDIZE, ó minha alma, a Adonai! Senhor Deus meu, tu és magnificentíssimo;  estás vestido de glória e de majestade. Ele se cobre de luz como de um vestido, estende os céus como uma cortina. Põe nas águas as vigas das suas câmaras; faz das nuvens o seu carro, anda sobre as asas do vento. Faz dos seus anjos espíritos, dos seus ministros um fogo abrasador.
    Lançou os fundamentos da terra; ela não vacilará em tempo algum. Tu a cobriste com o abismo, como com um vestido; as águas estavam sobre os montes. À tua repreensão fugiram; à voz do teu trovão se apressaram. Subiram aos montes, desceram aos vales, até ao lugar que para elas fundaste. Termo lhes puseste, que não ultrapassarão, para que não tornem mais a cobrir a terra. Tu, que fazes sair as fontes nos vales, as quais correm entre os montes. Dão de beber a todo o animal do campo; os jumentos monteses matam a sua sede. Junto delas as aves do céu terão a sua habitação, cantando entre os ramos. Ele rega os montes desde as suas câmaras; a terra farta-se do fruto das suas obras.
    Faz crescer a erva para o gado, e a verdura para o serviço do homem, para fazer sair da terra o pão, E o vinho que alegra o coração do homem, e o azeite que faz reluzir o seu rosto, e o pão que fortalece o coração do homem. As árvores do Senhor fartam-se de seiva, os cedros do Líbano que ele plantou, Onde as aves se aninham; quanto à cegonha, a sua casa é nas faias. Os altos montes são para as cabras monteses, e os rochedos são refúgio para os coelhos.
    Designou a lua para as estações; o sol conhece o seu ocaso. Ordenas a escuridão, e faz-se noite, na qual saem todos os animais da selva. Os leõezinhos bramam pela presa, e de Deus buscam o seu sustento. Nasce o sol e logo se acolhem, e se deitam nos seus covis. Então sai o homem à sua obra e ao seu trabalho, até à tarde.
    Ó Senhor, quão variadas são as tuas obras! Todas as coisas fizeste com sabedoria; cheia está a terra das tuas riquezas. Assim é este mar grande e muito espaçoso, onde há seres sem número, animais pequenos e grandes. Ali andam os navios; e o leviatã que formaste para nele folgar.
    Todos esperam de ti, que lhes dês o seu sustento em tempo oportuno. Dando-lho tu, eles o recolhem; abres a tua mão, e se enchem de bens. Escondes o teu rosto, e ficam perturbados; se lhes tiras o fôlego, morrem, e voltam para o seu pó. Envias o teu Espírito, e são criados, e assim renovas a face da terra.
    A glória do Senhor durará para sempre; o Senhor se alegrará nas suas obras. Olhando ele para a terra, ela treme; tocando nos montes, logo fumegam.
    Cantarei ao Senhor enquanto eu viver; cantarei louvores ao meu Deus, enquanto eu tiver existência. A minha meditação acerca dele será suave; eu me alegrarei no Senhor.
    Desapareçam da terra os pecadores, e os ímpios não sejam mais. Bendize, ó minha alma, ao Senhor. Louvai ao Senhor.

terça-feira, 31 de maio de 2011

VOCÊ É BODE OU OVELHA?

O CRITÉRIO QUE YESHUA USARÁ PARA SEPARAR BODES DE OVELHAS, SEGUNDO SUAS PRÓPRIAS PALAVRAS

"E quando o Filho do homem vier em sua glória, e todos os santos anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória; E todas as nações serão reunidas diante dele, e apartará uns dos outros, como o pastor aparta dos bodes as ovelhas; E porá as ovelhas à sua direita, mas os bodes à esquerda.

QUEM SÃO AS OVELHAS E QUAL O SEU DESTINO?

Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; Estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e fostes ver-me. Então os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber? E quando te vimos estrangeiro, e te hospedamos? ou nu, e te vestimos? E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-te? E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.

QUEM SÃO OS BODES E QUAL O SEU DESTINO?

Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos; Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; Sendo estrangeiro, não me recolhestes; estando nu, não me vestistes; e enfermo, e na prisão, não me visitastes. Então eles também lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, ou com sede, ou estrangeiro, ou nu, ou enfermo, ou na prisão, e não te servimos? Então lhes responderá, dizendo: Em verdade vos digo que, quando a um destes pequeninos o não fizestes, não o fizestes a mim. E irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna."

Mateus 25:31-46

segunda-feira, 2 de maio de 2011

A ORIGEM DO VERDADEIRO SIONISMO

INTRODUÇÃO

Nestes últimos tempos, um fato que tem me deixado bastante intrigado é com a quantidade de pessoas que se posicionam CONTRA ISRAEL, seja por falta de conhecimento, seja por suas religiões, seja pelo que o sistema de coisas deste mundo ímpio lhes tem pregado e ensinado, enfim, por qualquer que seja o motivo, se fosse apenas entre pessoas que vivem uma vida alheia às coisas de D'us, isso não me surpreenderia... mas entre cristãos professos e entre pessoas que dizem servir ao D'us verdadeiro? Isso é no mínimo um escândalo, e um atestado de total desconhecimento dos planos de D'us para todo o Povo de D'us, e em especial para Israel. Assim sendo, compilei neste artigo, algumas das principais passagens da Bíblia que mostram de onde surgiu o SIONISMO, e quais são as profecias presentes e futuras que já começaram a se cumprir e as que ainda se cumprirão num futuro próximo. Vamos aos trechos da Bíblia:

Ezequiel 20:33-44

"Vivo eu, diz o Senhor Deus, que com mão forte, e com braço estendido, e com indignação derramada, hei de reinar sobre vós. E vos tirarei dentre os povos, e vos congregarei das terras nas quais andais espalhados, com mão forte, e com braço estendido, e com indignação derramada. Porque no meu santo monte, no monte alto de Israel, diz o Senhor Deus, ali me servirá toda a casa de Israel, toda ela naquela terra; ali me deleitarei neles, e ali requererei as vossas ofertas alçadas, e as primícias das vossas oblações, com todas as vossas coisas santas; Com cheiro suave me deleitarei em vós, quando eu vos tirar dentre os povos e vos congregar das terras em que andais espalhados; e serei santificado em vós perante os olhos dos gentios. E sabereis que eu sou o Senhor, quando eu vos introduzir na terra de Israel, terra pela qual levantei a minha mão para dá-la a vossos pais. E ali vos lembrareis de vossos caminhos, e de todos os vossos atos com que vos contaminastes, e tereis nojo de vós mesmos, por causa de todas as vossas maldades que tendes cometido. E sabereis que eu sou o Senhor, quando eu proceder para convosco por amor do meu nome; não conforme os vossos maus caminhos, nem conforme os vossos atos corruptos, ó casa de Israel, disse o Senhor Deus." 

Ezequiel 37:21-28

"Dize-lhes pois: Assim diz o Senhor Deus: Eis que eu tomarei os filhos de Israel dentre os gentios, para onde eles foram, e os congregarei de todas as partes, e os levarei à sua terra. E deles farei uma nação na terra, nos montes de Israel, e um rei será rei de todos eles, e nunca mais serão duas nações; nunca mais para o futuro se dividirão em dois reinos. E nunca mais se contaminarão com os seus ídolos, nem com as suas abominações, nem com as suas transgressões, e os livrarei de todas as suas habitações, em que pecaram, e os purificarei. Assim eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus. E meu servo Davi será rei sobre eles, e todos eles terão um só pastor; e andarão nos meus juízos e guardarão os meus estatutos, e os observarão. E habitarão na terra que dei a meu servo Jacó, em que habitaram vossos pais; e habitarão nela, eles e seus filhos, e os filhos de seus filhos, para sempre, e Davi, meu servo, será seu príncipe eternamente. E farei com eles uma aliança de paz; e será uma aliança perpétua. E os estabelecerei, e os multiplicarei, e porei o meu santuário no meio deles para sempre. E o meu tabernáculo estará com eles, e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. E os gentios saberão que eu sou o Senhor que santifico a Israel, quando estiver o meu santuário no meio deles para sempre." 

Ezequiel 36:22-36

"Dize portanto à casa de Israel: Assim diz o Senhor Deus: Não é por respeito a vós que eu faço isto, ó casa de Israel, mas pelo meu santo nome, que profanastes entre as nações para onde fostes. E eu santificarei o meu grande nome, que foi profanado entre os gentios, o qual profanastes no meio deles; e os gentios saberão que eu sou o Senhor, diz o Senhor Deus, quando eu for santificado aos seus olhos. E vos tomarei dentre os gentios, e vos congregarei de todas as terras, e vos trarei para a vossa terra. Então aspergirei água pura sobre vós, e ficareis purificados; de todas as vossas imundícias e de todos os vossos ídolos vos purificarei. E dar-vos-ei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo; e tirarei da vossa carne o coração de pedra, e vos darei um coração de carne. E porei dentro de vós o meu espírito, e farei que andeis nos meus estatutos, e guardeis os meus juízos, e os observeis. E habitareis na terra que eu dei a vossos pais e vós sereis o meu povo, e eu serei o vosso Deus. E livrar-vos-ei de todas as vossas imundícias; e chamarei o trigo, e o multiplicarei, e não trarei fome sobre vós. E multiplicarei o fruto das árvores, e a novidade do campo, para que nunca mais recebais o opróbrio da fome entre os gentios. Então vos lembrareis dos vossos maus caminhos, e dos vossos feitos, que não foram bons; e tereis nojo em vós mesmos das vossas iniqüidades e das vossas abominações. Não é por amor de vós que eu faço isto, diz o Senhor Deus; notório vos seja; envergonhai-vos, e confundi-vos por causa dos vossos caminhos, ó casa de Israel. Assim diz o Senhor Deus: No dia em que eu vos purificar de todas as vossas iniqüidades, então farei com que sejam habitadas as cidades e sejam edificados os lugares devastados. E a terra assolada será lavrada, em lugar de estar assolada aos olhos de todos os que passavam. E dirão: Esta terra assolada ficou como jardim do Éden: e as cidades solitárias, e assoladas, e destruídas, estão fortalecidas e habitadas. Então saberão os gentios, que tiverem ficado ao redor de vós, que eu, o Senhor, tenho reedificado as cidades destruídas, e plantado o que estava devastado. Eu, o Senhor, o disse e o farei." 

Romanos 11

"DIGO, pois: Porventura rejeitou Deus o seu povo? De modo nenhum; porque também eu sou israelita, da descendência de Abraão, da tribo de Benjamim. Deus não rejeitou o seu povo, que antes conheceu. Ou não sabeis o que a Escritura diz de Elias, como fala a Deus contra Israel, dizendo: Senhor, mataram os teus profetas, e derribaram os teus altares; e só eu fiquei, e buscam a minha alma? Mas que lhe diz a resposta divina? Reservei para mim sete mil homens, que não dobraram os joelhos a Baal. Assim, pois, também agora neste tempo ficou um remanescente, segundo a eleição da graça. Mas se é por graça, já não é pelas obras; de outra maneira, a graça já não é graça. Se, porém, é pelas obras, já não é mais graça; de outra maneira a obra já não é obra. Pois quê? O que Israel buscava não o alcançou; mas os eleitos o alcançaram, e os outros foram endurecidos. Como está escrito: Deus lhes deu espírito de profundo sono, olhos para não verem, e ouvidos para não ouvirem, até ao dia de hoje. E Davi diz: Torne-se-lhes a sua mesa em laço, e em armadilha, E em tropeço, por sua retribuição; Escureçam-se-lhes os olhos para não verem, E encurvem-se-lhes continuamente as costas. Digo, pois: Porventura tropeçaram, para que caíssem? De modo nenhum, mas pela sua queda veio a salvação aos gentios, para os incitar à emulação. E se a sua queda é a riqueza do mundo, e a sua diminuição a riqueza dos gentios, quanto mais a sua plenitude! Porque convosco falo, gentios, que, enquanto for apóstolo dos gentios, exalto o meu ministério; Para ver se de alguma maneira posso incitar à emulação os da minha carne e salvar alguns deles. Porque, se a sua rejeição é a reconciliação do mundo, qual será a sua admissão, senão a vida dentre os mortos? E, se as primícias são santas, também a massa o é; se a raiz é santa, também os ramos o são. E se alguns dos ramos foram quebrados, e tu, sendo zambujeiro, foste enxertado em lugar deles, e feito participante da raiz e da seiva da oliveira, Não te glories contra os ramos; e, se contra eles te gloriares, não és tu que sustentas a raiz, mas a raiz a ti. Dirás, pois: Os ramos foram quebrados, para que eu fosse enxertado. Está bem; pela sua incredulidade foram quebrados, e tu estás em pé pela fé. Então não te ensoberbeças, mas teme. Porque, se Deus não poupou os ramos naturais, teme que não te poupe a ti também. Considera, pois, a bondade e a severidade de Deus: para com os que caíram, severidade; mas para contigo, benignidade, se permaneceres na sua benignidade; de outra maneira também tu serás cortado. E também eles, se não permanecerem na incredulidade, serão enxertados; porque poderoso é Deus para os tornar a enxertar. Porque, se tu foste cortado do natural zambujeiro e, contra a natureza, enxertado na boa oliveira, quanto mais esses, que são naturais, serão enxertados na sua própria oliveira! Porque não quero, irmãos, que ignoreis este segredo (para que não presumais de vós mesmos): que o endurecimento veio em parte sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado. E assim todo o Israel será salvo, como está escrito: De Sião virá o Libertador, E desviará de Jacó as impiedades. E esta será a minha aliança com eles, Quando eu tirar os seus pecados. Assim que, quanto ao evangelho, são inimigos por causa de vós; mas, quanto à eleição, amados por causa dos pais. Porque os dons e a vocação de Deus são sem arrependimento. Porque assim como vós também antigamente fostes desobedientes a Deus, mas agora alcançastes misericórdia pela desobediência deles, Assim também estes agora foram desobedientes, para também alcançarem misericórdia pela misericórdia a vós demonstrada. Porque Deus encerrou a todos debaixo da desobediência, para com todos usar de misericórdia." 

Jeremias 32: 37-42

    "Eis que eu os congregarei (o povo de Israel) de todas as terras, para onde os tenho lançado na minha ira, e no meu furor, e na minha grande indignação; e os tornarei a trazer a este lugar, e farei que habitem nele seguramente. E eles serão o meu povo, e eu lhes serei o seu Deus; E lhes darei um mesmo coração, e um só caminho, para que me temam todos os dias, para seu bem, e o bem de seus filhos, depois deles. E farei com eles uma aliança eterna de não me desviar de fazer-lhes o bem; e porei o meu temor nos seus corações, para que nunca se apartem de mim. E alegrar-me-ei deles, fazendo-lhes bem; e plantá-los-ei nesta terra firmemente, com todo o meu coração e com toda a minha alma. Porque assim diz o Senhor: Como eu trouxe sobre este povo todo este grande mal, assim eu trarei sobre ele todo o bem que lhes tenho declarado."

Miqueias 2:12,13, 4:1-8

"Certamente te ajuntarei todo, ó Jacó; certamente congregarei o restante de Israel; pô-los-ei todos juntos, como ovelhas de Bozra; como o rebanho no meio do seu pasto, farão estrondo por causa da multidão dos homens. Subirá diante deles o que abrirá o caminho; eles romperão, e entrarão pela porta, e sairão por ela; e o rei irá adiante deles, e o Senhor à testa deles. MAS nos últimos dias acontecerá que o monte da casa do Senhor será estabelecido no cume dos montes, e se elevará sobre os outeiros, e a ele afluirão os povos. E irão muitas nações, e dirão: Vinde, e subamos ao monte do Senhor, e à casa do Deus de Jacó, para que nos ensine os seus caminhos, e andemos pelas suas veredas; porque de Sião sairá a lei, e de Jerusalém a palavra do Senhor. E julgará entre muitos povos, e castigará nações poderosas e longínquas, e converterão as suas espadas em pás, e as suas lanças em foices; uma nação não levantará a espada contra outra nação, nem aprenderão mais a guerra. Mas assentar-se-á cada um debaixo da sua videira, e debaixo da sua figueira, e não haverá quem os espante, porque a boca do Senhor dos Exércitos o disse. Porque todos os povos andam, cada um em nome do seu deus; mas nós andaremos em nome do Senhor nosso Deus, para todo o sempre. Naquele dia, diz o Senhor, congregarei a que coxeava, e recolherei a que tinha sido expulsa, e a que eu tinha maltratado. E da que coxeava farei um remanescente, e da que tinha sido arrojada para longe, uma nação poderosa; e o Senhor reinará sobre eles no monte Sião, desde agora e para sempre. E a ti, ó torre do rebanho, fortaleza da filha de Sião, a ti virá; sim, a ti virá o primeiro domínio, o reino da filha de Jerusalém.

Jeremias 31

"NAQUELE tempo, diz o Senhor, serei o Deus de todas as famílias de Israel, e elas serão o meu povo. Assim diz o Senhor: O povo dos que escaparam da espada achou graça no deserto. Israel mesmo, quando eu o fizer descansar. Há muito que o Senhor me apareceu, dizendo: Porquanto com amor eterno te amei, por isso com benignidade te atraí. Ainda te edificarei, e serás edificada, ó virgem de Israel! Ainda serás adornada com os teus tamboris, e sairás nas danças dos que se alegram. Ainda plantarás vinhas nos montes de Samaria; os plantadores as plantarão e comerão como coisas comuns. Porque haverá um dia em que gritarão os vigias sobre o monte de Efraim: Levantai-vos, e subamos a Sião, ao Senhor nosso Deus. Porque assim diz o Senhor: Cantai sobre Jacó com alegria, e exultai por causa do chefe das nações; proclamai, cantai louvores, e dizei: Salva, Senhor, ao teu povo, o restante de Israel. Eis que os trarei da terra do norte, e os congregarei das extremidades da terra; entre os quais haverá cegos e aleijados, grávidas e as de parto juntamente; em grande congregação voltarão para aqui. Virão com choro, e com súplicas os levarei; guiá-los-ei aos ribeiros de águas, por caminho direito, no qual não tropeçarão, porque sou um pai para Israel, e Efraim é o meu primogênito. Ouvi a palavra do Senhor, ó nações, e anunciai-a nas ilhas longínquas, e dizei: Aquele que espalhou a Israel o congregará e o guardará, como o pastor ao seu rebanho. Porque o Senhor resgatou a Jacó, e o livrou da mão do que era mais forte do que ele. Assim que virão, e exultarão no alto de Sião, e correrão aos bens do Senhor, ao trigo, e ao mosto, e ao azeite, e aos cordeiros e bezerros; e a sua alma será como um jardim regado, e nunca mais andarão tristes. Então a virgem se alegrará na dança, como também os jovens e os velhos juntamente; e tornarei o seu pranto em alegria, e os consolarei, e lhes darei alegria em lugar de tristeza. E saciarei a alma dos sacerdotes com gordura, e o meu povo se fartará dos meus bens, diz o Senhor. Assim diz o Senhor: Uma voz se ouviu em Ramá, lamentação, choro amargo; Raquel chora seus filhos; não quer ser consolada quanto a seus filhos, porque já não existem. Assim diz o Senhor: Reprime a tua voz de choro, e as lágrimas de teus olhos; porque há galardão para o teu trabalho, diz o Senhor, pois eles voltarão da terra do inimigo. E há esperança quanto ao teu futuro, diz o Senhor, porque teus filhos voltarão para os seus termos. Assim diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel: Ainda dirão esta palavra na terra de Judá, e nas suas cidades, quando eu vos restaurar do seu cativeiro: O Senhor te abençoe, ó morada de justiça, ó monte de santidade! E nela habitarão Judá, e todas as suas cidades juntamente; como também os lavradores e os que pastoreiam o rebanho. Porque satisfiz a alma cansada, e toda a alma entristecida saciei. Nisto despertei, e olhei, e o meu sono foi doce para mim. Eis que dias vêm, diz o Senhor, em que semearei a casa de Israel, e a casa de Judá, com a semente de homens, e com a semente de animais. E será que, como velei sobre eles, para arrancar, e para derrubar, e para transtornar, e para destruir, e para afligir, assim velarei sobre eles, para edificar e para plantar, diz o Senhor. Naqueles dias nunca mais dirão: Os pais comeram uvas verdes, e os dentes dos filhos se embotaram. Mas cada um morrerá pela sua iniqüidade; de todo o homem que comer as uvas verdes os dentes se embotarão. Eis que dias vêm, diz o Senhor, em que farei uma aliança nova com a casa de Israel e com a casa de Judá. Não conforme a aliança que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; porque eles invalidaram a minha aliança apesar de eu os haver desposado, diz o Senhor. Mas esta é a aliança que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei a minha lei no seu interior, e a escreverei no seu coração; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. E não ensinará mais cada um a seu próximo, nem cada um a seu irmão, dizendo: Conhecei ao Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor até ao maior deles, diz o Senhor; porque lhes perdoarei a sua maldade, e nunca mais me lembrarei dos seus pecados. Assim diz o Senhor, que dá o sol para luz do dia, e as ordenanças da lua e das estrelas para luz da noite, que agita o mar, bramando as suas ondas; o Senhor dos Exércitos é o seu nome. Se falharem estas ordenanças de diante de mim, diz o Senhor, deixará também a descendência de Israel de ser uma nação diante de mim para sempre. Assim disse o Senhor: Se puderem ser medidos os céus lá em cima, e sondados os fundamentos da terra cá em baixo, também eu rejeitarei toda a descendência de Israel, por tudo quanto fizeram, diz o Senhor." 

Ezequiel 34:11-31

    "Porque assim diz o Senhor Deus: Eis que eu, eu mesmo, procurarei pelas minhas ovelhas, e as buscarei. Como o pastor busca o seu rebanho, no dia em que está no meio das suas ovelhas dispersas, assim buscarei as minhas ovelhas; e livrá-las-ei de todos os lugares por onde andam espalhadas, no dia nublado e de escuridão. E tirá-las-ei dos povos, e as congregarei dos países, e as trarei à sua própria terra, e as apascentarei nos montes de Israel, junto aos rios, e em todas as habitações da terra. Em bons pastos as apascentarei, e nos altos montes de Israel será o seu aprisco; ali se deitarão num bom redil, e pastarão em pastos gordos nos montes de Israel. Eu mesmo apascentarei as minhas ovelhas, e eu as farei repousar, diz o Senhor Deus. A perdida buscarei, e a desgarrada tornarei a trazer, e a quebrada ligarei, e a enferma fortalecerei; mas a gorda e a forte destruirei; apascentá-las-ei com juízo. E quanto a vós, ó ovelhas minhas, assim diz o Senhor Deus: Eis que eu julgarei entre ovelhas e ovelhas, entre carneiros e bodes. Acaso não vos basta pastar os bons pastos, senão que pisais o resto de vossos pastos aos vossos pés? E não vos basta beber as águas claras, senão que sujais o resto com os vossos pés? E quanto as minhas ovelhas elas pastarão o que haveis pisado com os vossos pés, e beberão o que haveis sujado com os vossos pés. Por isso o Senhor Deus assim lhes diz: Eis que eu, eu mesmo, julgarei entre a ovelha gorda e a ovelha magra. Porquanto com o lado e com o ombro dais empurrões, e com os vossos chifres escorneais todas as fracas, até que as espalhais para fora. Portanto livrarei as minhas ovelhas, para que não sirvam mais de rapina, e julgarei entre ovelhas e ovelhas. E suscitarei sobre elas um só pastor, e ele as apascentará; o meu servo Davi é que as apascentará; ele lhes servirá de pastor. E eu, o Senhor, lhes serei por Deus, e o meu servo Davi será príncipe no meio delas; eu, o Senhor, o disse. E farei com elas uma aliança de paz, e acabarei com as feras da terra, e habitarão em segurança no deserto, e dormirão nos bosques. E delas e dos lugares ao redor do meu outeiro, farei uma bênção; e farei descer a chuva a seu tempo; chuvas de bênção serão. E as árvores do campo darão o seu fruto, e a terra dará a sua novidade, e estarão seguras na sua terra; e saberão que eu sou o Senhor, quando eu quebrar as ataduras do seu jugo e as livrar da mão dos que se serviam delas. E não servirão mais de rapina aos gentios, as feras da terra nunca mais as devorarão; e habitarão seguramente, e ninguém haverá que as espante. E lhes levantarei uma plantação de renome, e nunca mais serão consumidas pela fome na terra, nem mais levarão sobre si o opróbrio dos gentios. Saberão, porém, que eu, o Senhor seu Deus, estou com elas, e que elas são o meu povo, a casa de Israel, diz o Senhor Deus. Vós, pois, ó ovelhas minhas, ovelhas do meu pasto; homens sois; porém eu sou o vosso Deus, diz o Senhor Deus.